SOS EDUCAÇÃO EM CAMPOS
O Blog tem por objetivo ser um espaço aberto para a divulgação de notícias sobre educação, sociedade e cidadania em Campos e região. Tendo como referência a educação como principal fonte de promoção da cidadania.
O Blog tem por objetivo ser um espaço aberto para a divulgação de notícias sobre educação, sociedade e cidadania em Campos e região. Tendo como referência a educação como principal fonte de promoção da cidadania.
Mostrando postagens com marcador Assembleia. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Assembleia. Mostrar todas as postagens
sábado, 30 de maio de 2015
quinta-feira, 21 de maio de 2015
Por unanimidade, educadores decidem pela manutenção da greve
João Fernandes
Por unanimidade, mais de 300 profissionais da rede municipal de ensino de Campos votaram, em assembleia realizada nesta quarta-feira (20/05) no Sindicato da Cedae, pela continuidade da greve de ocupação, até o próximo dia 22, com ato público às 15h, na Praça do Santíssimo Salvador, no Centro, onde será definido, em assembleia pública, o rumo da categoria. A paralisação foi iniciada nesta segunda (18/05), no município, com grande adesão.
A categoria não aceitou a proposta feita pela Prefeitura durante uma reunião na terça-feira (19/05) com o secretário de Administração e Gestão de Pessoas, Fábio Ribeiro e o Procurador do Município, Matheus José, reafirmando que não abrirá mão do reajuste anual, uma das reivindicações apresentadas para o dissídio 2015 e, que por votação unânime, educadores do Sindicato dos Profissionais Servidores Públicos (Siprosep) de Campos, votaram pelo Plano de Cargos e Salários.
O encontro desta quarta-feira teve alguns pontos cruciais que foram levados à votação, como a manutenção da greve, assinatura de ponto durante os dias de paralisação e a data para interrupção do movimento e nova assembleia.
Representantes do comando grevista ponderaram que a assinatura do ponto é de suma importância para o crescimento da categoria. “Vamos às escolas, assinaremos o ponto e ao invés de darmos aulas, estaremos dialogando com a comunidade e chamando a população para estarmos juntos porque a greve é pelo reajuste e pela estrutura da escola também”, informou a educadora Luciana Escocard.
Os profissionais reivindicam melhores condições de trabalho, reajuste salarial de 36%, plano de saúde e vale transporte, entre outros benefícios.
REUNIÃO
Durante o encontro com o secretário e o procurador, a partir do compromisso da categoria de retornar às funções nesta quinta-feira (21/05) e garantir a reposição das aulas, o município reiterou propostas para os profissionais, como 100% de gratificação de regênciacom tolerância de três dias de falta justificada, revisão do Plano de Cargos e Salários, plano de saúde com Caixa de Assistência, uso de Cartão Educação para substituir o Rio Card, entre outras conquistas.
A Prefeitura havia se comprometido de dentro de 15 dias ainda dialogar com as empresas de ônibus das linhas intermunicipais [Cardoso Moreira, São Fidélis e São João da Barra] para que os professores possam ter trânsito livre com o uso do Cartão Educação.
Fonte Ururau
quarta-feira, 20 de maio de 2015
Imagens de uma assembleia histórica da educação municipal de Campos!
Em assembleia lotada, profissionais de educação decidem pela continuidade da greve até 6ª feira - dia 22, quando haverá uma nova assembleia com ato público às 15 h na Praça São Salvador, a fim de definirmos os novos rumos da luta!
Seguem os flashes da assembleia que lotou o Sindicato da CEDAE:
![]() |
| Aprovação da continuidade da greve de ocupação |
![]() |
| GREVE! GREVE! GREVE! |
Professores lotam assembleia e decidem continuar greve até sexta (22)
Cerca de 500 professores da rede municipal de ensino de Campos se reuniram em uma assembleia na noite desta quarta-feira (20) e decidiram continuar a greve até esta sexta-feira (22). O encontro foi no auditório da antiga Cedae, que ficou lotado. Na sexta-feira (22), às 15h, a categoria vai fazer uma assembleia na Praça São Salvador e um ato público, onde haverá nova avaliação sobre o movimento e a discussão de novos rumos. Segundo a professora Graciete Santana, a greve permanece com os professores nas escolas e o ponto sendo assinado.
“Vamos continuar conscientizando pais e alunos sobre a situação da má estrutura das escolas e condições dos profissionais. A categoria insiste no reajuste salarial e a proposta do governo com o plano de saúde gerenciado pelo Siprosep não foi aprovada”, comentou Graciete.
Professores criticaram escolas em microfone aberto
A reunião teve microfone aberto no qual professores de várias escolas denunciaram problemas do dia a dia. Entre as reclamações estavam: má estrutura física das unidades de ensino, número insuficiente de profissionais e acúmulo de função. “O governo diz que está tudo lindo nas escolas. Alguém trabalha em escola linda aqui?”, perguntou o professor Helmar Oliveira, seguido de um grito de ‘não’ dos outros professores.
A professora Odete Rocha se manifestou sobre a proposta de abono e gratificação oferecida pela prefeitura. “Eles nos oferecem abono e gratificação, mas isso é penduricalho que colocam e tiram a hora que querem. Isso não é salário”. Após a fala dela, todos os professores presentes gritaram por greve.
Outro tema abordado no encontro foi o gasto da prefeitura com a contratação da empresa Expoente para a distribuição dos materiais didáticos, enquanto o Governo Federal fornece material gratuito.
“O tempo todo a prefeitura fala da crise do petróleo, como se isso fosse desculpa para tirar o que é nosso por direito. Então falamos dos livros da Expoente, que custam milhões e, nós professores, somos contra este gasto. Eu trabalho em uma escola onde faltam profissionais e ainda sofro com goteira na minha sala, mas tem o livro caro da Expoente. Não queremos este livro, queremos melhor estrutura nas nossas escolas e queremos saber quem ganha com isso”, disse a professora Luciana Ecard.
Apoio dos pais dos alunos ao movimento
Como incentivo ao movimento, a professora Odisséia Carvalho citou o apoio que os professores estão recebendo dos responsáveis pelos alunos. “Tenho quase 30 anos de magistério e nunca vi uma greve tão vitoriosa como a nossa. Foi lindo chegar nas escolas e ver os pais dando apoio total ao movimento. Foi lindo ver a força que nós educadores temos. Precisamos pensar agora nos riscos que uma greve prolongada tem e ter coragem e continuar firmes e mobilizados”, disse a professora.
Vereador fala sobre plano de saúde
O vereador Dayvison Miranda pediu para falar na assembleia e explicou que ele e o vereador Alexandre Tadeu, ambos do PRB, votaram a favor dos servidores quando a questão do reajuste salarial foi posta em votação na Câmara de Vereadores. Ele explicou ainda a proposta que o partido fez à prefeitura.
“Nós sabemos que os profissionais precisam de um plano de saúde e fizemos uma proposta ao governo municipal para que os profissionais recebessem um auxílio-saúde, como já funciona com o auxílio-alimentação. O valor de cerca de R$ 150 entra na conta e o profissional contrata o plano que quiser”, comentou Dayvison.
Os profissionais foram contra a sugestão e uma das diretoras do Sepe, Norma Dias, explicou que o assunto vai ser discutido mais detalhadamente em breve.
Reivindicações – Os professores estão reivindicando Plano de Cargos e Salários total, reajuste salarial, reposição das perdas salariais, condições dignas de trabalho, retorno do Plano de Saúde e vale-transporte, que estão suspensos há quatro meses, para todos os servidores; Auxílio Alimentação no valor de R$ 500; redução da carga horária em 1/3; e a incorporação da gratificação nos salários dos profissionais.
Fonte: Terceira Via.
segunda-feira, 6 de abril de 2015
ASSEMBLEIA DA REDE ESTADUAL SERÁ NA ABI
Foi confirmado o local da assembleia geral da rede estadual do dia 11 de abril (próximo sábado): ABI(Rua Araújo Porto Alegre, 71, 9º andar).
Horário: 14h - atenção, o Conselho Deliberativo será às 10h, no auditório do Sepe Central.
Fonte: Sepe RJ.
Horário: 14h - atenção, o Conselho Deliberativo será às 10h, no auditório do Sepe Central.
Fonte: Sepe RJ.
quinta-feira, 2 de abril de 2015
terça-feira, 9 de setembro de 2014
terça-feira, 26 de agosto de 2014
Assembleia da Rede Estadual está marcada para o dia 13 de setembro
A próxima Assembleia do Estado será realizada no dia 13/09, às 14h, no Clube Municipal. No mesmo dia e local, às 10h, acontece o Consellho Deliberativo.
A data foi aprovada no Conselho Deliberativo realizado no dia 16 de agosto na ABI.
Estiveram presentes osnúcleos: Volta Redonda, Nova Iguaçú, São João de Meriti, Niterói, Campos dos Goytacazes, Seropédica/Paracambi, Itaguaí, SãoGonçalo, Japeri, Costa do Sol, Petrópolis, Barra do Piraí e Cabo Frio, além das Regionais I, II, III, V, VI, VII e IX.
Fonte: Sepe RJ.
sexta-feira, 13 de junho de 2014
ASSEMBLEIA UNIFICADA COMEÇOU HÁ POUCO NO CLUBE MUNICIPAL
A assembleia unificada das redes estadual e municipal do Rio de Janeiro começou às 15h40, no Clube Municipal, na Tijuca.
Fonte: Sepe RJ.
quinta-feira, 5 de junho de 2014
Professores decidem mais uma vez manter greve unificada no RJ
Assembleia no Centro decidiu pela permanência da paralisação.
Greve das rede estadual e municipal começaram no dia 12 de maio.
Daniel Silveira Do G1 Rio
Professores votam pela permanência da greve no Rio
(Foto: Daniel Silveira / G1)
Foi sob o grito de "não tem arrego" que os professores das redes municipal e estadual do Rio decidiram, na tarde desta quinta-feira (5), manter a greve da categoria, iniciada no dia 12 de maio. A assembleia ocorreu no pátio do prédio onde funciona o escritório do Ministério da Educação (MEC), no Centro, e foi acompanhada por dezenas de policiais militares.
A próxima assembleia da categoria será realizada na sexta-feira (13), um dia após a abertura oficial da Copa do Mundo no Brasil. Até lá, os professores planejam ao menos sete atos de protesto, segundo o Sindicato Estadual dos Profissionais da Educação (Sepe).
A assembleia unificada dos professores teve inicio no auditório localizado no 9º andar do prédio da Associação Brasileira de Imprensa (ABI), na Rua Araújo Porto Alegre, também no Centro. Devido à superlotação, a categoria votou e decidiu realizar a assembleia em local aberto onde pudesse haver participação de todos.
Abertos os debates, os professores reclamaram falta de informações claras sobre as implicações jurídicas da greve e exigiram a presença do advogado do Sepe para prestar os esclarecimentos. Até as 15h30, quando foi votada a continuidade da greve, o advogado não havia comparecido.
A preocupação apresentada pelos grevistas está relacionada, principalmente, ao anúncio do corte nos salários dos dias faltosos e sobre riscos e garantias para os grevistas manterem a paralisação durante o recesso para a Copa do Mundo.
Em audiência de conciliação realizada na terça-feira (3) entre os professores estaduais e representantes do governo estadual no Tribunal de Justiça do Rio, presidida pela desembargadora Leila Mariano, presidente do TJ, o governo se comprometeu a encaminhar à Assembleia Legislativa (Alerj) até o dia 30 de junho um projeto de lei com os itens relacionados à campanha salarial da categoria.
De acordo com o TJ, as partes decidiram ainda agendar uma nova audiência, com data ainda não marcada, onde será discutido o percentual de reajuste que será apresentado pelo governo, os demais itens da pauta de reivindicação dos grevistas e a revisão das consequências jurídicas das anotações de ponto decorrentes da paralisação.
Reivindicações
As reivindicações conjuntas — para estado e município — englobam: plano de carreira unificado, reajuste linear de 20% com paridade para os aposentados, autonomia pedagógica, 30 horas para os funcionários administrativos, eleição direta para diretores, equiparação salarial da categoria, reconhecimento do cargo de cozinheira e 15% de reajuste entre níveis.
Segundo a Secretaria estadual de Educação (Seeduc), as reivindicações não podem ser as mesmas para estado e município. Quanto à demanda de equiparação salarial dos professores, a Seeduc informa que a rede estadual do Rio paga, atualmente, R$ 16,90 pela hora-aula. Valor maior do que a hora-aula em São Paulo (R$ 15,80), no Espírito Santo (R$ 9,80) e em Minas Gerais (R$ 11,80).
A secretaria diz que também os novos servidores têm ainda auxílio-transporte (entre R$ 63 a R$ 120/mês), auxílio-qualificação (bônus anual de R$ 500), auxílio-alimentação (R$ 160 mensais) e auxílio-formação para professores regentes de turma em parceria consórcio Cederj (R$ 300 mensais).
Fonte: G1.
A greve continua!!!
Nesse momento, acaba de ser aprovada a continuidade da greve da rede estadual e municipal do Rio na assembleia. Com gritos de "Não tem arrego" e " A greve continua, Pezão a culpa é sua", a grande maioria da categoria votou pela manutenção da GREVE.
Vem pra greve!!!
terça-feira, 27 de maio de 2014
Atenção educação estadual e municipal de Campos!
Acontece hoje mais uma assembleia unificada (rede estadual e municipal de Campos) às 18 horas no auditório da UFF (Universidade Federal Fluminense), localizada na Rua José do Patrocínio, nº 71 - Centro - Campos dos Goytacazes - RJ.
A presença de todos é imprescindível! Pois juntos somos mais fortes!
Ousar LUTAR! Ousar VENCER!
Todos à assembleia!!!
Assembleia da rede estadual e municipal do Rio no dia 30!
A próxima Assembleia unificada (rede estadual e municipal do Rio) será dia 30 de maio (6ª feira), às 11 horas no Clube Municipal na Tijuca - RJ.
O Sepe-RJ informa que já garantiu recreação para as crianças no horário da assembleia.
sábado, 17 de maio de 2014
Ato unificado de professores
Ato unificado de professores
Carolina Barbosa
Suzy Monteiro
AN
Foto: Rodrigo Silveira
Professores da rede municipal se reuniram, no início da noite de quinta-feira (15), na Universidade Federal Fluminense (UFF), com diretores do Sindicato Estadual dos Profissionais de Educação do Rio de Janeiro (Sepe) e representantes do Movimento Educadores de Campos em Luta, para decidir os próximos passos da categoria. Entre as pautas aprovadas, está um ato unificado com servidores da rede estadual, que acontece nesta sexta (16), às 17h, na praça São Salvador. No Rio, os professores do Estado aprovaram a continuidade da greve, porém, em Campos, a adesão ainda é pequena. A paralisação estadual começou segunda-feira em protesto por reajuste salarial de 20%, redução da jornada semanal de trabalho dos funcionários administrativos para 30 horas e reserva de um terço da carga horária para preparar aula.
Na assembleia em Campos foram discutidas as principais reivindicações da categoria, mote, também da reunião no último dia 8 de representantes da categoria com a secretária de Educação, Cultura e Esportes (Smece), Marinéa Abude: o cumprimento da lei federal 11738/2008, que reduz a carga horária dos professores em 1/3 para planejamento de suas atividades pedagógicas; reposição das perdas salariais; equiparação (unificação) do plano de carreira, cargos e salários; concurso público para por fim as terceirizações; regência com percentual, definido no PCCS; incorporação do percentual do Funbed ao salário (ano); proposta de educação no campo; autonomia pedagógica e piso salarial (cinco salários mínimos para os professores e 3,5 para os funcionários administrativos. De acordo com a diretora do Sepe, Norma Dias, cinco pontos foram aprovados na assembleia.
— O primeiro será o ato unificado amanhã (hoje) da rede estadual e municipal. Convidamos ainda a Associação dos Docentes da Universidade Estadual do Norte Fluminense, o Diretório Central dos Estudantes e o Sindicato dos Trabalhadores das Universidades Públicas Estaduais do Rio de Janeiro — destacou.
Norma acrescentou ainda que o Sepe e a categoria entrarão no Ministério Público (MP) para pedir a implementação imediata da lei de 1/3, retroativo desde 2008 quando a lei entrou em vigor, chamada dos concursados e pedido de verificação de situações de pedagogos que estariam exercendo a função sem formação e professores contratados que estariam ocupando vagas reais. E foi aprovada a criação do Fórum unificado das lutas de Campos dia 19.
Alunos impedem entrada de funcionários
Estudantes em greve da Universidade Estadual Norte Fluminense Darcy Ribeiro (Uenf) se mobilizaram na manhã de quinta-feira e impediram a entrada de funcionários no campus da instituição. O atraso das bolsas estudantis deste mês foi o motivo do ato que também teve como objetivo chamar a atenção para as reivindicações dos alunos. Os professores da instituição, que decidiram suspender a greve até hoje depois de assembleia realizada na terça-feira, não conseguiram entrar na universidade. Essa foi a 59ª manifestação do ano e a sexta do mês de maio.
O estudante Diogo Lima explicou que as bolsas dos alunos estão atrasadas. “As bolsas geralmente são depositadas no dia 7 e não é a primeira vez que atrasa. A única coisa que nos falaram é que a bolsa será paga no dia 21, mas ninguém explica o motivo de atraso. Queremos respeito”, disse. Ainda de acordo com o estudante, os funcionários foram impedidos de entrar na instituição durante todo o dia. Os alunos da UENF estão em greve desde o dia 17 março e pedem aumento da bolsa, que atualmente é de R$300, funcionamento imediato do restaurante universitário e a criação do auxílio moradia. Em entrevista ao jornal da InterTV, o vice-reitor da Uenf, Edson Correa, disse que o atraso nas bolsas aconteceu devido ao atraso do repasse da verba à instituição.
16/05/2014 11:00
quinta-feira, 15 de maio de 2014
Atenção educação municipal!
É hoje a assembleia da educação municipal às 18 horas no auditório da UFF.
A presença de todos os profissionais é imprescindível! Vamos à luta, ousar LUTAR, ousar VENCER!
- Principais pontos da nossa pauta:01-. Reposição das perdas salariais (os cálculos estão sendo feitos);02- 1/3 de planejamento extraclasse, já!03- Equiparação (UNIFICAÇÃO) do plano de carreira, cargos e salário. EQUIPARA OU AQUI PARA!04- concurso público para por fim às terceirizações, bem como a chamada dos concursados para todos os profissionais;05- O ano em que o FUNDEB incorporou ao salário e o percentual em relação ao salário da época;06- Proposta de educação do campo com construção coletiva e o sistema de alternância;07- Regência com percentual definido no PCCS;08- Autonomia pedagógica para por fim aos programas importados, como Expoente e outros;09-Piso de 5 salários mínimos para professores e 3,5 para funcionários administrativos.
Hoje é dia de LUTA, todos à assembleia!
Assinar:
Postagens (Atom)









