SOS EDUCAÇÃO EM CAMPOS

O Blog tem por objetivo ser um espaço aberto para a divulgação de notícias sobre educação, sociedade e cidadania em Campos e região. Tendo como referência a educação como principal fonte de promoção da cidadania.

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domingo, 9 de junho de 2013

Reunião da Comissão de Educação será dia 13/6

         
Será debatida tese sobre exercício profissional em escolas públicas de favelas

Data: 13 de junho, quinta-feira
Horário: 18 horas
Local: auditório do CRESS

A conselheira do CRESS-RJ Francine Helfreich Coutinho dos Santos apresentará sua tese de doutorado: "Serviço Social e Educação: o exercício profissional dos assistentes sociais em escolas públicas de favelas" Francine é membro do Núcleo de Estudos e Pesquisas sobre Favelas e Espaços Populares – REDES da Maré e professora da Escola de Serviço Social da UFF.
 
Fonte: Cress RJ.

sexta-feira, 7 de junho de 2013

Luta pelas 30 horas na PCRJ

Próxima reunião dia 11/6, terça-feira na sede do CRESS-RJ


Assistentes sociais da Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro agendaram nova reunião para o próximo dia 11/06 (terça-feira) às 18h. O objetivo é definir as próximas ações conjuntas na luta pela jornada de 30 horas.
...

Nos dias 24 e 25 de junho, a Prefeitura realizará o seminário "O trabalho social nas políticas públicas", onde estará presente Adilson Pires, secretário da SMDS. Será um espaço fundamental para conquista de visibilidade da reinvindicação da categoria. A proposta inicial é que os profissionais levem faixas, adesivos e outros materiais que demonstrem a insatisfação da categoria e que pressionem a PCRJ a finalmente cumprir a lei!!

A Lei 12.317, aprovada em 2010, já foi implantada em diversas instituições. A Prefeitura do Rio, porém, até agora recusa-se a cumprir a lei. Não há uma previsão ou proposta oficial de implantação da jornada de 30 horas.
 
Fonte: Cress RJ.

quinta-feira, 30 de maio de 2013

Deputados aprovam PL que legaliza internação compulsória de dependentes de drogas

          
No dia 22 de maio, o plenário do Câmara de Deputados aprovou o Projeto de Lei 7663 que endurece a repressão às drogas. Conhecido como PL Antidrogas, o projeto reforça a lógica da internação como caminho prioritário para o tratamento da dependência de drogas. Os últimos destaques foram votados no dia 28 de maio. Agora, o projeto segue para o Senado.

As Frentes Nacional e estadual Drogas e Direitos Humanos estão organizando novas ações para evitar a aprovação da lei que significa um retrocesso na política de saúde do país.
O Conjunto CFESS/CRESS assinou a nota publicada este mês pela Frente Nacional Drogas e Direitos Humanos contra o Projeto de Lei 7663. A nota denuncia a ministra-chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, "como a principal articuladora e patrocinadora das internações involuntárias – como recolhimento social – e do financiamento público das Comunidades Terapêuticas (CTs), atendendo a motivações pessoais, eleitoreiras, religiosas e fundamentalistas". Veja a íntegra da nota.

Leia mais:

Pressão sobre Senado pode levar a mudanças na Lei Antidrogas (Sul21)

"Endurecimento de lei antidrogas beneficia hospitais privados" (Carta Capital)
Fonte: Cress RJ.

quarta-feira, 22 de maio de 2013

Governo Federal dá as costas para a Educação


 
Mesmo com mobilização do CFESS, parlamentares da base deixam reunião da Comissão de Educação da Câmara para evitar votação do PL 3688/2000

Com gritos de “Chega de enrolação, Serviço Social na educação” e “Ô Dilma, que papelão, cadê o investimento na Educação?”, as conselheiras do CFESS Samya Ramos, Marylucia Mesquita e as assessoras especiais Adriane Dias e Cristina Abreu, juntamente com as professoras de Serviço Social da Universidade de Brasília (UnB) Daniela Neves e Patrícia Pinheiro, acompanhadas de 50 estudantes, clamaram pela aprovação do Projeto de Lei n.º 3688/2000 (conhecido como PL Educação) na Comissão de Educação da Câmara dos Deputados, em Brasília (DF).

A reunião, que teve início nesta quarta-feira (22), com quórum mínimo atingido, foi invadida pela mobilização do Serviço Social, que somou forças ao Conselho Federal de Psicologia (CFP) para a aprovação do Projeto. No entanto, embora com o parecer favorável da relatora, deputada Keiko Ota (PSB-SP), o PL Educação não foi votado e a reunião acabou sendo suspensa, devido a uma manobra política de parlamentares governistas.

Em articulação com o Ministério da Educação (MEC), deputados/as da base aliada do governo deixaram a sessão para impedir a votação do PL 3688/2000, já que o quórum mínimo para a reunião ficaria prejudicado, conforme ocorreu. A ação demonstrou que o governo federal não apoia o Projeto de Lei, porém não assume esse posicionamento, ausentando-se do debate democrático.

Para a presidente do CFESS, Sâmya Ramos, o que se presenciou hoje foi uma manobra da base governista para não aprovar o PL, retirando-se da sessão e não assumindo claramente sua posição. “O argumento é o de sempre: a aprovação do PL vai onerar os cofres de municípios e estados. Para a lógica adotada por este governo, nunca teremos recursos para investir na educação e demais políticas públicas. Perversa forma de administrar, contra a qual continuaremos lutando e resistindo”, analisou a conselheira.

O próximo passo deverá ser uma audiência pública para debater novamente o PL Educação com representantes dos/as gestores/as municipais e estaduais da Educação, seguida por nova tentativa de votação e aprovação do Projeto na reunião da Comissão de Educação. A conselheira Sâmya Ramos reforça que a participação da categoria nessa luta é de extrema importância e informa que amanhã será realizada uma reunião com o CFP e com a deputada Keiko Ota para pensar em outras estratégias e articulações. “Seguiremos na luta, sempre em defesa dos interesses da categoria e de toda a classe trabalhadora”, afirmou.

Você pode se inserir na mobilização, mandando e-mails aos/às parlamentares, com a sugestão de mensagem abaixo, para fazer pressão e acelerar a votação do PL:

“SR/A DEPUTADO/A,
PELA APROVAÇÃO IMEDIATA DO PL 3688/2000!
INCLUSÃO DE ASSISTENTES SOCIAIS E PSICÓLOGOS/AS NAS ESCOLAS JÁ!”


Para saber os endereços de e-mail dos/as deputados/as, clique no Link abaixo:
http://www2.camara.leg.br/atividade-legislativa/comissoes/comissoes-permanentes/cec/conheca/membros

Clique no Link abaixo e entenda a importância do PL 3688/2000, acessando a brochura “Subsídios para a atuação de assistentes sociais na Política de Educação” http://www.cfess.org.br/arquivos/BROCHURACFESS_SUBSIDIOS-AS-EDUCACAO.pdf

Fonte: CFESS

terça-feira, 23 de abril de 2013

Mesa redonda: " Serviço Social e os desafios contemporâneos"

Em nome do Diretório Acadêmico Conceição Muniz - Serviço Social - UFF Campos, venho por meio deste convidar a tod@s a participarem da Mesa Redonda, cujo tema é Serviço Social e os Desafios Contemporâneos, que acontecerá na próxima Segunda Feira, 29, no auditório da UFF Campos.
Composição da Mesa: 
Dra Érica Almeida, @[100001092569119:2048:Jonis Felippe] e @[100002446964856:2048:Alan Ferreira]. O evento é aberto a comunidade. 
Contamos com a sua presença!
PS: Valerá horas acadêmicas.
 
Em nome do Diretório Acadêmico Conceição Muniz - Serviço Social - UFF Campos, venho por meio deste convidá-los a participarem da Mesa Redonda, cujo tema é : "Serviço Social e os Desafios Contemporâneos", que acontecerá na próxima Segunda Feira, 29, no auditório da UFF Campos.
Composição da Mesa:
Dra Érica Almeida,
Jonis Felippe e Alan Ferreira. O evento é aberto a comunidade.
Contamos com a sua presença!
PS: Valerá horas acadêmicas.

sábado, 20 de abril de 2013

CFESS lança manifesto pelo Dia da Luta Indígena

Ilustração de indígenas com o texto: assistentes sociais defendem os povos indígenas
Assistentes sociais defendem os povos indígenas. (Arte: Rafael Werkema/CFESS)
 
 
Em outubro de 2012, um caso envolvendo uma comunidade da etnia Guarani-Kaiowá e a Justiça Federal do Mato Grosso do Sul ganhou repercussão nacional. A população indígena, sob o risco de perder suas terras para o agronegócio, ameaçou cometer suicídio coletivo. Depois de um ato público na Esplanada dos Ministérios, em Brasília (DF), com o objetivo de chamar a atenção da sociedade para a questão, e uma campanha de mobilização nas redes sociais, o governo federal interveio na questão.
 
À época, o Guarani-Kaiowá Elizeu Lopes denunciou: “Nossas lideranças estão sendo assassinadas”. Entretanto, este é apenas um das centenas de casos quase diários de violações dos direitos dos povos indígenas, que há mais de 500 anos vêm sendo massacrados em detrimento do capital do agronegócio.
 
E o que a categoria de assistentes sociais tem a ver com tudo isso?
 
“A lógica do capital coloca o lucro sobreposto aos direitos humanos, desconsiderando os fatores etnoculturais e os valores históricos, cuja relação com a terra pressupõe a sua preservação. É preciso respeitar a cultura e a territorialidade desses povos e lutar pelos seus direitos”, afirma a conselheira do CFESS Ramona Carlos.
 
O debate Serviço Social e a questão indígena é ainda recente para o Conjunto CFESS-CRESS. Em abril de 2012, o Conselho Federal lançou pela primeira vez um manifesto da entidade sobre o tema, demonstrando a necessidade de aprofundar o debate. No Seminário de Serviço Social e Direitos Humanos, em setembro de 2012, em Palmas (TO), o movimento indígena, representando pelo Cacique Babau, foi um dos atores centrais das discussões que permearam o evento.
 
A campanha de gestão (2011-2014) Sem Movimento Não Há Liberdade, desde seu lançamento, em dezembro do ano passado, tem dado visibilidade a dezenas de notícias sobre as populações indígenas. Uma das mais recentes dá destaque às escolas em Raposa Serra do Sol (RR), onde crianças e adultos de comunidades indígenas têm aprendido os dialetos originais de seus povos, mantendo assim sua tradição e cultura históricas.
 
E nesta sexta-feira, 19 de abril, Dia da Luta Indígena, o Conselho Federal lança seu segundo CFESS Manifesta sobre o tema.
 
“A condição de existência das populações indígenas é o território, e este é objeto de disputas com as populações indígenas que resultam em mortes, expropriação, extermínio cultural e físico, sendo as suas terras o principal alvo em prol de um modelo econômico que depreda, devasta, aniquila povos, culturas e o meio ambiente”, afirma o documento.   
 
Assistentes sociais têm trabalhado com a questão da saúde indígena. O campo profissional vem se ampliando e ultrapassa as fronteiras urbanas, tendo em vista que a questão social tem seus rebatimentos na área rural, inclusive com os povos indígenas. Nesse sentido, é possível encontrar profissionais do Serviço Social dentro das equipes interdisciplinares de saúde, nos Centros de Referências de Assistência Sociais (Cras) e em outros espaços de atenção a essas comunidades. Um trabalho que exige a compreensão que cada etnia constitui-se como um povo, com uma cultura própria, estrutura e organização, dadas as particularidades e especificidades, cujas visões de mundo impõem desafios de pensar políticas públicas capazes de assegurar o acesso, respeitando a cultura e os valores dessas comunidades.

Fonte: CFESS.

Dia 24/4: debate sobre Serviço Social na atenção básica em saúde

         
Ciclo de debates serviço social e saúde
O 2° debate do ciclo será sobre Serviço Social na atenção básica em saúde

Debatedores:
Rodrigo Ribeiro (Assistente social no PAM Meriti e HUGG)
Patrícia Viana (Assistente social na PMS-Atenção Básica)

Data: 24/4, quarta-feira
Horario: 17h30
Local: Auditório do CRESS-RJ. Rua México, 41/1204

inscrições pelo email:
exercicioprofissional.saude@cressrj.org.br
 
Fonte: CRESS RJ.

sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

CRESS-RJ recolhe contribuições ao PEDH até dia 25/1


Dia 31/1 será aprovado o texto final das contribuições do CRESS-RJ
O CRESS-RJ está sistematizando propostas para o Plano Estadual de Direitos Humanos do Rio de Janeiro. As contribuições devem ser enviadas para as Comissões Temáticas, de acordo com o tema proposto. O prazo de envio é dia 25/1. Para saber quais os temas em pauta e o que já foi proposto, veja o site do CRESS.
No dia 31 de janeiro, de 14h às 20h, a Comissão de Direitos Humanos do CRESS realizará uma jornada, no auditório do CRESS, onde serão apresentadas todas as contribuições recolhidas e aprovado o texto final das contribuições do CRESS-RJ.
Procedimento sugerido:
1) No DOCUMENTO BASE é possível localizar, pelo sumário, quais temas estão sendo tratados pelo Plano. Ele envolve assuntos para os temos contribuições a oferecer, como:
- Políticas relativas às mulheres e à população negra
- Políticas relativas à população LGBT
- Políticas públicas sobre drogas
- Políticas públicas de combate ao sub-registro de nascimento
- Políticas de acesso à educação
- Políticas de combate à intolerância religiosa
- Políticas de saúde
- Educação e cultura em direitos humanos
- Democratização da comunicação
- Acesso à justiça, democratização do sistema de segurança pública, execução penal
- Combate à tortura
- Capacitação a servidores e condições de trabalho em diversas políticas
- Políticas para população em situação de rua
Há mais assuntos que não forma listados aqui.
Encontrados, pelo sumário, os itens para os quais vocês têm sugestões, procurem as propostas no corpo do DOCUMENTO BASE. As sugestões podem ser de exclusão do texto, alteração ou inclusão de novas propostas.
2) Após a leitura e elaborações propostas, as contribuições devem ser enviadas até o dia 25 de janeiro para o e-mail assessoriapolitica@cressrj.org.br. As contribuições só serão aceitas se redigidas no Formulário para contribuição ao Plano Estadual de Direitos Humanos.
Não consideraremos contribuições fora do formato proposto neste documento, tendo em vista a dificuldade de sistematização de tantas contribuições quantas podem nos chegar!
 
Fonte: Cress RJ.

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

Concurso público para assistentes sociais: curta essa ideia!

 
Cartaz em defesa do concurso público para assistentes sociais (arte: Mariano Vale)
Por que realizar concursos públicos para assistentes sociais? O que a categoria, as instituições empregadoras e, principalmente, a população usuária do Serviço Social tem a ver com isso?

Para responder a estas e outras perguntas, e dialogar com assistentes sociais, instituições empregadoras e a sociedade, o Conjunto CFESS-CRESS lançou, no dia 31 de outubro de 2012, a nova edição da campanha nacional por "Concursos Públicos para Assistentes Sociais". Afinal, estamos falando de uma categoria com mais de 120 mil profissionais, que trabalham em sua maioria no setor público, pela efetivação dos direitos da população brasileira.

A campanha defende que o concurso público garante acesso amplo às
vagas no serviço público; permite realizar prova de conhecimento igual para quem se candidata, impedindo o clientelismo; possibilita que assistentes sociais tenham estabilidade e direitos trabalhistas garantidos, o que fortalece a autonomia profissional e a defesa por melhores condições de trabalho; instituições empregadoras podem ter assistentes sociais com qualificação e competência para exercer a profissão; contribui para que a população tenha acesso a direitos como saúde, educação, previdência social, assistência social, trabalho, entre outras. Para isso, foram elaborados cartaz e folder, que serão distribuídos pelos Conselhos Regionais, bem como um material específico para as redes sociais (Facebook e Twitter).

"Esta nova edição da campanha tem como público de interesse não só assistentes sociais, mas a população usuária, que pode ser beneficiada com serviços mais qualificados, e as próprias instituições empregadoras, para falar sobre a importância da inserção da categoria nos diversos espaços sócio-ocupacionais", afirma a coordenadora da Comissão de Fiscalização e Orientação (COFI-CFESS), Rosa Prédes. Ela lembrou também que o material da campanha é um importante instrumento para as ações de fiscalização dos CRESS, pois traz informações que muitas pessoas podem não conhecer, como por exemplo, de que prova em concurso público para assistentes sociais deve ser elaborada por assistentes sociais, ou que os CRESS devem fiscalizar concursos públicos na área de Serviço Social.

Por isso, participe desta campanha. Curta e compartilhe as informações! Concurso público para assistentes sociais é conquista de direitos para a categoria, para as instituições empregadoras e para a população usuária do Serviço Social!
 
Fonte: Site CFESS.