SOS EDUCAÇÃO EM CAMPOS

O Blog tem por objetivo ser um espaço aberto para a divulgação de notícias sobre educação, sociedade e cidadania em Campos e região. Tendo como referência a educação como principal fonte de promoção da cidadania.

sábado, 3 de novembro de 2012

MEC desclassifica 37 candidatos por postarem fotos do Enem nas redes sociais

Fernanda Calgaro
Do UOL, em Brasília
 
O MEC (Ministério da Educação) informou que 37 candidatos foram desclassificados do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) após terem sido flagrados postando fotos da prova nas redes sociais. Os casos aconteceram em diversos Estados.
 
É proibido entrar na sala de prova com celular. Os estudantes que não foram flagrados no momento da postagem ainda poderão ser desclassificados caso as mensagens sejam encontradas nas redes sociais mesmo depois da realização do exame.
 
No ano passado, ao menos oito jovens foram desclassificados por tuitarem dentro das salas no primeiro dia de provas.
 
Mais cedo, um boato de cancelamento da prova do Enem se espalhou pelo Twitter e causou preocupação entre os candidatos inscritos. Segundo a assessoria do Inep, a origem do boato já foi identificada e a Polícia Federal informada.
 
Falta de energia
 
Segundo boletim preliminar divulgado pelo MEC às 18h, a prova transcorreu sem problemas graves e que “toda a operação de logística ocorreu conforme o planejamento”. Houve queda temporária de energia em três locais, mas a luz foi logo reestabelecida e não atrapalhou o andamento das provas.
 
Os 85.662 candidatos sabatistas, que pela sua religião devem guardar o sábado, começarão a fazer a prova a partir das 19h no horário de Brasília. Eles ingressaram nos locais de prova no mesmo horário que os demais candidatos, mas ficaram aguardando em uma sala reservada.
 
De acordo com a pasta, o site do Inep foi acessado por 168.623 inscritos entre a 0h01 e as 14h04 de hoje para confirmar o local de prova. Das 4.825 chamadas recebidas pelo call center, a maioria também foi para checar o local da realização do exame.

Encontro de Funcionários/as do SEPE-RJ

VEM AÍ...
Encontro Estadual de Funcionários/as do SEPE-RJ


Atenção categoria, especialmente os/as funcionários/as, vem aí o Encontro Estadual de Funcionários/as do SEPE-RJ. Acontecerá nos dias 28 e 29 de novembro próximo, em Nova Friburgo.

O tema será: "25 anos de Unificação e Resistência na Educação".

O Encontro é de fundamental importância para todos/as nós, pois o setor de funcionários/as está sendo simplesmente extinto na rede estadual, e nas redes municipais, como a de Niterói, a situação de trabalho e salarial é extremamente precária. Os/as funcionários/as são também, normalmente, o setor mais explorado e oprimido nas escolas, excluídos do trabalho e planejamento pedagógicos. Só são cobrados e só recebem ordem, são excluídos da gestão democrática das unidades educacionais. Estes e mais motivos exigem a organização específica dos/as funcionários/as na categoria para que sejamos, de fato e de direito, todos/as educadores/as!

Portanto, PARTICIPE! As inscrições serão pagas pelo SEPE-RJ e pelo SEPE - Campos o que garante estadia e alimentação no Encontro, além do transporte de ida e volta.

Veja a programação do Encontro:

28/11 - quarta-feira
8h:30min - Abertura: Homenagem à Medeiros (funcionário de escola e diretor do SEPE, falecido este ano)
9h - Debate: Conjuntura
12h - Almoço
13h - Debate: Organização por local de trabalho
16h - Grupos de Trabalho
20h - Baile de Confraternização pelos 25 anos de Unificação

29/11 - quinta-feira
8h:30min - Debate: Saúde, condições de trabalho e violência nas escolas
10h:30min - Plenária Final
12h - Almoço
13h - Continuação da Plenária Final.

Os professores da rede estadual, querem valorização e salários dignos!!! Chega de esmolas!!!

sexta-feira, 2 de novembro de 2012

Finados: saudades e recordações!



Uma imagem que retrata a atual conjuntura do nosso país...

Aqui jazem a educação, ética, saúde, segurança.... Enfim, jaz a cidadania de um país!!!

Em Campos, MST invade Usina Cambahyba

 

O MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra) ocupou nesta sexta-feira o parque industrial da, no norte fluminense.
 
Segundo o MST, cerca de 200 famílias entraram na área durante a madrugada. O grupo pretende formar acampamento e produzir gêneros alimentícios. Segundo o movimento, o objetivo é cobrar agilidade na desapropriação das terras da Cambahyba. Quer também chamar atenção para o papel do proprietário no apoio à repressão durante a ditadura militar.
"É uma propriedade improdutiva, e a demora na desapropriação, pela Justiça, é um absurdo", disse o porta-voz do movimento, Fernando Moura.
As terras pertencem à família de Heli Ribeiro Gomes, falecido vice-governador do Rio de 1967 a 1971. Em livro lançado este ano, o ex-delegado da Polícia Civil do Espírito Santo, Cláudio Guerra, acusa o político de ter permitido o uso do forno da fazenda para a incineração de corpos de, ao menos, dez opositores à ditadura militar, mortos sob tortura. A família nega as acusações. O MST pede ainda a instalação de um memorial aos militantes.
Segundo o Incra (Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária), a Usina é um complexo de sete fazendas que tem no Estado cerca de 3,5 mil hectares. O processo de desapropriação começou em 1995, quando o Incra fez o pedido. Três anos depois, os proprietários conseguiram reverter a decisão. A disputa está nos tribunais. Em 2000, a fazenda foi ocupada por integrantes do MST, despejados em 2006.
Há dez anos a Usina Cambahyba arrendou a propriedade à Usina Santa Cruz, produtora de cana-de-açúcar. Em agosto deste ano, o juiz da 2ª Vara Federal em Campos, Dario Ribeiro Machado Junior, decidiu pela desapropriação. Os donos das terras recorrem da decisão em segunda instância.
 
Fonte: Folha de São Paulo.

Violência preocupa em São Paulo...

Sobe para 88 o número de policiais mortos em São Paulo

Mais dois policiais militares foram mortos a tiros no final da noite de ontem (31), na Favela de Heliópolis, na zona sul da capital paulista. Com essas mortes, sobe para 88 o número de policiais assassinados este ano no estado de São Paulo. Do total, 18 eram aposentados. A quantidade de policiais militares assassinados, entre janeiro e outubro deste ano, já é 57% maior do que todo o ano passado, quando foram registradas 56 mortes.

Segundo a Polícia Militar (PM), os dois policiais foram baleados quando circulavam de motocicleta pelas ruas da favela. Eles foram levados a um pronto-socorro, mas não resistiram aos ferimentos. A assessoria de imprensa da corporação informou que o caso está sendo investigado pelo Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), com apoio da Corregedoria da Polícia Militar.

Na última terça-feira (30), o secretário de Segurança Pública de São Paulo, Antonio Ferreira Pinto, disse que partiu da Favela Paraisópolis, na zona sul da capital, a ordem para que seis policiais militares fossem assassinados no estado. Ele atribui as ordens a Francisco Antonio Cesário, conhecido como Piauí, preso na cidade de Itajaí (SC) há cerca de um mês, pela Polícia Federal.

De acordo com o secretário, as ordens resultaram "nas primeiras mortes" da atual onda de violência, mas os motivos ainda estão sob investigação. Os assassinatos teriam ocorrido em maio. Na época, o acusado vivia na Favela Paraisópolis, que, desde segunda-feira (29), é alvo de uma grande operação policial, com a presença de cerca de 600 homens.
Fonte: Agência Brasil

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

Sepe se reuniu hoje (01/11) com o MP para discutir a “Reestruturação” – Costin marcou audiência em novembro

Nesta quinta-feira (dia 1º de novembro), o Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) recebeu uma comissão de responsáveis, profissionais de educação da rede municipal, representante de Associação de Moradores, a direção do Sepe e o vereador Eliomar Coelho (Psol). A Regional 7 do sindicato entregou, no dia 5 de outubro, um dossiê sobre a educação pública municipal com uma série de denúncias sobre os principais problemas da rede.

Dentre os muitos problemas, encontram-se os projetos criados por Paes, que além de servirem para desvios de verbas do dinheiro público, atuam contra a formação plena de nossos alunos.

A Reunião aconteceu às 10h30 da manhã com a promotora titular daPromotoria de Justiça de Tutela Coletiva de Proteção à Educação da Capital (1ª PJTCPEC), Bianca Mota de Moraes. A Representação tem o objetivo de pedir a atuação do MPRJ na chamada “Reestruturação da rede pública municipal de ensino”. Dentre os problemas apontados na reunião com o MP foram destacados:

A falta de consulta às comunidades escolares, bem como os Conselhos Escola Comunidade (CECs), através de assembleias, conforme previsão no estatuto que regulamenta os conselhos, acerca de sua aprovação ou não em relação à reestruturação;

A retirada do direito de origem dos profissionais de educação lotados nas escolas que forem reestruturadas por segmentação e a perda de vínculos que esses profissionais terão com sua unidade escolar e seus alunos;

O desconhecimento de um ato normativo (resolução ou decreto) que justifique pedagogicamente e administrativamente tal reestruturação, que a informação sobre a mesma não está escrita em lugar nenhum, apenas orientações informais por parte da SME.

A perda de vínculo que os alunos da rede perderão também com suas escolas, pois segundo a proposta, a cada três anos os mesmos terão de trocar de unidade escolar, o que prejudica o pleno desenvolvimento do processo ensino-aprendizagem.

Para a Promotoria a reunião foi de suma importância, pois delimita o objeto do futuro inquérito civil que será instaurado pela 1ª PJTCPEC o qual ficou hoje evidenciado ser o de acompanhamento da Reestruturação da rede pública municipal de ensino, em virtude de sua segmentação. Com o objetivo de agilizar a tramitação do inquérito civil, a titular da 1ª Promotoria de Justiça determinou o encaminhamento de correspondência eletrônica à SME solicitando informações sobre a aludida reestruturação, fixando um prazo de 15 (quinze) dias úteis para a correspondente resposta.

Também foram feitos comentários sobre a situação da Escola Municipal Friedenreich, onde o Sepe informou que a mídia vem divulgando novas notícias sobre a possibilidade de sua demolição.

A Promotoria esclareceu que já há um procedimento em curso.

Vale ressaltar que, após inúmeras solicitações de reunião do Sepe com a SME, finalmente, foi marcada uma audiência com a secretária no dia 14 de novembro de 2012, tendo como pauta principal a reestruturação.

Leia o dossiê entregue ao MP.
 
Fonte: Sepe RJ.

Acordo coletivo especial é flexibilização trabalhista – é preciso dizer não!

Manifesto contra o acordo coletivo especial:
O Sindicato dos Metalúrgicos do ABC (SMABC), uma das entidades mais importantes da CUT, apresentou ao governo federal e ao presidente damara dos Deputados, uma proposta de Anteprojeto de Lei que muda a legislação trabalhista criando o Acordo Coletivo de Trabalho com Propósito Específico e pedindo pressa para sua aprovação. Para alem dos argumentos elencados na cartilha que o Sindicato preparou para defender a sua proposta, o que salta aos olhos é que se trata de mais uma tentativa de mudar a legislação para que passe a prevalecerna negociação coletiva entre o sindicato e a empresa – o negociado sobre o legislado.

houve duas tentativas de implantação desta mudança na CLT nos últimos anos. Foram levadas a cabo primeiro por FHC, em seu segundo mandato, quando tentou aprovar uma mudança na Constituição Federal e, depois, no artigo 618 da CLT. Depois, este mesmo propósito aparecia nos debates da proposta de Reforma Sindical construída no Fórum Nacional do Trabalho constituído pelo governo Lula em seu primeiro mandato. As duas tentativas foram frustradas pela resistência dos trabalhadores e grande parte de suas organizações sindicais que pressionaram o Congresso Nacional e impediram a aprovação daquelas propostas.

O que se pretende com este tipo de proposta é abrir mais uma porta para a flexibilização, diminuição ou eliminação de direitos e benefícios dos trabalhadores, por meio da negociação com os próprios sindicatos. Não é mera coincidência que os argumentos do SMABC para defender a sua proposta sejam tão semelhantes aos que foram usados por FHC à sua época. Ou depois, nos debates relacionados à proposta de Reforma Sindical construída no Fórum Nacional do Trabalho, em 2004.

A argumentação central é a mesma de sempre: a CLT é antiga, ultrapassada, antiquada para o momento atual, e prejudica os trabalhadores ao engessar a negociação coletiva, impedindo avanços que pudessem beneficiá-los. Por isso precisa ser modernizada. Como toda falácia, tenta apoiar-se em algo da realidade. Realmente a CLT é antiga, antiquada e ultrapassada. Diríamos mais: extremamente limitada e insuficiente para assegurar os direitos dos trabalhadores. No entanto, esta legislação nunca proibiu ou limitou qualquer negociação ou acordo coletivo que estabelecesse condições mais favoráveis aos trabalhadores do que o que está na lei.Não se busca, portanto, “segurança jurídica”, termo usado recorrentemente na cartilha citada, para a promoção de avanços para os trabalhadores nos acordos coletivos negociados pelos sindicatos. Para isso não seria necessária nenhuma mudança na legislação. Do que trata a proposta é de garantir segurança jurídica para rebaixar ou eliminar direitos e benefícios protegidos pela legislação (que são poucos, reconheçamos). Para legalizar uma prática que existe de fato, por parte de muitos sindicatos. Não é outra a razão de tantos elogios que a proposta tem recebido de vários setores patronais em reportagens publicadas em diversos órgãos da imprensa nacional.

Todos sabemos que as empresas, nos dias de hoje, buscam permanentemente a redução dos custos com o trabalho para aumentar seus lucros. Vêm daí as várias ofensivas para flexibilizar direitos que são uma característica do neoliberalismo. Este recurso é ainda mais importante para as empresas agora, com uma crise profunda da economia capitalista que, desde 2008, se alastra e se agrava pelo mundo afora. Qual o sentido de propiciar-lhes mais um instrumento para atingir este objetivo?

Apoiado na grande imprensa em geral, o capital vem buscando naturalizar uma idéia segundo a qual um sindicato que sabe negociar é o que negocia acordos atendendo aos interesses da empresa. A ofensiva da General Motors sobre os operários e o Sindicato de São José dos Campos, para flexibilizar direitos e reduzir custos sob ameaça de demissão e fechamento da planta é emblemática neste sentido. As empresas apoiam-se na inexistência de proteção contra demissão imotivada em nosso país e fazem chantagem contra os trabalhadores e seus sindicatos. Mesmo em um momento de crescimento econômico e das vendas da empresa, ela ameaça com demissão para reduzir direitos. E debita ao Sindicato a responsabilidade pelas demissões quando este não aceita suas exigências.

A lógica da proposta de criação do ACE vai nesse mesmo sentido, e acaba ajudando a corroborar a tese de que a negociação positiva, desejável para os sindicatos, é a que atende aos interesses das empresas. Transforma o anseio dos trabalhadoresnegociar concretamente, no chão da fábrica, melhorias para suas condições de vida e trabalho – no seu oposto, em negociação que amplia a degradação de suas condições de vida. Esta proposta, se aprovada, coloca em risco os direitos relacionados à saúde e segurança no trabalho, férias, 13º, amplia possibilidade de tercerização, quarterização, e um longo etc. E tampouco garante o emprego, como se pode ver na triste experiência dos acordos dasmaras Setoriais na década de 90 e anos 2000.

Alem disso a proposta do SMABC recorre à antiga reivindicação do movimento sindical – o direito de organização no local de trabalhopara tentar “dourar a pílula”. O Anteprojeto estabelece como condição, para que um Sindicato possa promover o chamado Acordo Coletivo Especial com uma empresa, a existência de organização sindical de base nesta empresa. Não dúvida de que a existência de organização sindical de base nas empresas é uma necessidade vital. O problema é para que?

Todos somos a favor de que se possa negociar concretamente, a partir da realidade do local de trabalho. Mas negociar melhorias para as condições de vida e trabalho da nossa classe, não para aumentar sua exploração! Todos somos a favor da garantia em lei do direito á organização dos trabalhadores nos locais de trabalho. Mas para fortalecer a luta dos trabalhadores em defesa dos seus direitos, não ajudar as empresas a aumentar a espoliação sobre os trabalhadores!

Por todas estas razões, os Sindicatos e dirigentes sindicais que assinam este manifesto, declaram sua total discordância com o referido projeto e conclamam a todas as entidades e dirigentes comprometidos com os trabalhadores a somarem-se ao desafio que lançamos desde Porto Alegre, na data de hoje: vamos a luta para impedir a concretização de mais este ataque aos direitos e interesses da nossa classe.

Mudanças na CLT sim, mas para melhor e não para pior!

Direito de organização no local de trabalho, SIM!

Proteção contra demissão imotivada, SIM!

Flexibilização de direitos, NÃO!

SME não está oferecendo classes especiais em todas as escolas da rede municipal

O Sepe recebeu uma denúncia de que a SME não está oferecendo classes especiais em algumas escolas da rede municipal durante a realização das matrículas para o ano letivo de 2013. Com o processo de reestruturação anunciado pela prefeitura, que quer remodelar o modelo das escolas municipais, muitas delas não vão abrir as classes especiais. O Sepe convoca a categoria para denunciar as escolas onde não serão oferecidas classes especiais para que possamos denunciar o fato para a Comissão de Educação damara de Vereadores. Se na sua escola não forem abertas matrículas para classe especial, entre em contato com o Sepe Central ou com a Regional do sindicato que atua na sua área.
 
Fonte: Sepe RJ.

Conselho Deliberativo da Rede Estadual será realizado no dia 24 no Sepe

O Conselho deliberativo da Rede estadual será realizado no Sepe central no dia 24 de novembro, às 10 horas da manhã.

Rua Evaristo da Veiga, n° 55 - 7°andar.
 
Fonte: Sepe RJ.

Encontro Estadual de Funcionários Administrativos: Veja a programação.

Veja abaixo, a programação completa e atualizada do Encontro Estadual dos Funcionários Administrativos da Educação, que será realizado nos dias 28 e 29 de novembro, no Hotel Bucksy, em Nova Friburgo.


Dia: 28/11/12

10h - Credenciamento
11h - Abertura & Debate: Conjuntura
13h- Almoço
15h- Debate: Organização por local de trabalho
17h- Grupo de Trabalho
19h - Jantar
20h- Baile de Confraternização pelos 25 anos de unificação.

Dia: 29/11/12

8h e 30 min - Homenagem à Medeiros (diretor do SEPE falecido este ano);
9hPalestra: Saúde, condições de trabalho, violência nas escolas.
11h - Plenária final.
12h 30min- Almoço
14 às 17h - Continuação da Plenária Final
 
Fonte: Sepe RJ.

36º Encontro Estadual de Aposentados - Friburgo!

 Nesse momento, em Friburgo, cerca de 300 profissionais da educação aposentados e da ativa de diversas regiões e cidades do Estado, estão debatendo e elaborando propostas concretas para o segmento, discutindo a pauta de lutas da categoria e enfatizando a importância da participação de todos  nas lutas de resistência contra os ataques e as politicas dos governos neoliberais.

Aposentados SIM, Inativos NUNCA!

Deliberações da última reunião de direção do Sepe RJ

Ocorreu no dia 25 de Outubro, mais uma reunião ordinária da direção do Sepe RJ e após um bom debate acerca da rede estadual, foram deliberadas duas atividades para a rede estadual agora no mês de Novembro, onde o Sepe conta com a participação e mobilização da categoria, objetivando "desmascarar" o descaso do governo estadual para com a educação.

1ª) Em 24/11/12 ( sábado ) ocorrerá um conselho deliberativo ampliado , onde precisaremos ter o máximo possível da participação da categoria para traçarmos uma boa caracterização da rede, do governo e da necessidade e possibilidade das nossas ações em 2013. Para tal precisamos, convocar aqueles colegas que estão mais angustiados e que têm mais consciência da urgência da nossa resistência.
 
2ª) Foi aprovado um ato na porta da SEEDUC para entrega dos livros, no dia 5/12/12 ( quarta-feira ) as 14h. Até lá as regionais e os núcleos estarão recolhendo os livros das escolas para serem encaminhados até a SEEDUC.
Precisaremos de todo mundo, pois o ataque é grande e a nossa resposta também precisará ser grandiosa.