SOS EDUCAÇÃO EM CAMPOS

O Blog tem por objetivo ser um espaço aberto para a divulgação de notícias sobre educação, sociedade e cidadania em Campos e região. Tendo como referência a educação como principal fonte de promoção da cidadania.

terça-feira, 13 de agosto de 2013

Professores são recebidos com violência!!! Abaixo a ditadura!!!

Coordenadora do SEPE-RJ diz que houve exagero da polícia na retirada de professores do Palácio Guanabara em 12/08/2013.

A coordenadora geral do Sindicato dos Profissionais de Educação do Rio de Janeiro, Ivanete Conceição da Silva, relatou como aconteceu a expulsão de professores do Palácio Guanabara, na noite de segunda-feira após uma reunião dos líderes da categoria com o vice-governador Luiz Fernando Pezão. Segundo Ivanete, um grupo de aproximadamente 20 professores não se contentou com a resposta a apenas alguns itens da pauta de reivindicação e decidiu ocupar o Palácio até conseguir ser recebido por Pezão para dialogar mais.

- Um grupo não se conformou em não ter sido dado um retorno sobre questões como o veto do governador ao projeto de lei que prevê que cada professor tenha uma escola por matrícula e o abono do ponto por greve com a aplicação do código 61 e não do 30, que determina falta ao servidor. Ele decidiram ficar para tentar mais diálogo com o Pezão ou outra autoridade do governo, isso não foi atendido.

De acordo com Ivanete, a polícia entrou em ação e agiu com excesso para retirar os professores do palácio.

- Os policiais fizeram um cordão de isolamento e depois foram forçando a saída dos professores. Uma professora passou mal e desmaiou. Uma outra pessoa chegou a ser detida e depois liberada. A polícia exagerou e podia ter tomado outra ação, não precisava agir daquele jeito - contou Ivanete, afirmando que a direção do Sepe-RJ atuou na tentativa de mediar o conflito e apoiar as bases do sindicato.

Uma nova reunião entre representantes do Governo do Estado e do Sepe-RJ está marcada para o próximo dia 19.


Fonte: http://zip.net/bwkFfs

Educação estadual em GREVE!!!

Nota da direção do Sepe sobre a audiência no palácio Guanabara

O vice-governador Luiz Fernando Pezão e o subsecretario de Educação, Antonio Neto, receberam os coordenadores gerais do Sepe/RJ e mais um representante da base da categoria. A audiência abordou todos os pontos da pauta apresentada pela direção:

1) Abono do ponto da greve de advertência e a devolução do desconto: O Governo fará a restituição do desconto da greve de advertência (realizada nos dias 16, 17 e 18 de abril) e republicará o abono, para efeito funcional, das paralisações anteriores. A orientação da Secretaria de Estado de Educação (SEEDUC) de colocar o código 30 (falta normal e não falta por greve) na greve foi firmemente repudiada e questionada pelo Sepe. O vice-governador afirmou que discutirá a situação com a SEEDUC.

2) Uma matrícula, uma escola - nenhuma disciplina com menos de dois tempos de aula: Apresentamos a listagem de professores com mais de uma escola, comprovando a situação. O subsecretário reafirmou o veto do governador ao projeto de Lei uma matrícula uma escola, argumentando a impossibilidade de atendimento no momento. O Sepe propôs a retomada da grade curricular de 2003 e nenhuma disciplina com menos de dois tempos de aula.

3) 1/3 de carga horária do professor para planejamento: Após cobrança da implementação da Lei pelo Sepe, lembrando inclusive que ganhamos na Justiça, o governo ficou de estudar como aplicará a Lei.

4) Lotação de funcionários: O Sepe apresentou a listagem dos municípios onde os funcionários ainda não voltaram às suas escolas de origem (Caxias, Campos e São Gonçalo) e o governo se comprometeu em rever a situação a partir das listagens apresentadas anteriormente.

5) Reajuste salarial: Cobramos o que falta para recuperarmos as perdas de 28%. Reabrimos o debate e o vice-governador afirmou ser impossível mais algum reajuste ainda esse ano.

6) Animação Cultural: O governo se comprometeu a pagar o reajuste de 8% para os animadores.

7) Plano de Metas: O Sepe questionou o Plano de Metas com argumentos político/pedagógicos, mas o governo afirmou que esta era a política para a educação no estado do Rio.

8) Haverá nova audiência no dia 19 de agosto para retomar as discussões.

Esclarecemos que a direção da greve é dada pela assembleia da categoria e por comando de greve. No entanto, é inaceitável a truculência com que os manifestantes foram tratados, entre eles diretores do Sepe/RJ. Repudiamos, veementemente, a ação da polícia que provocou muitos feridos. A direção do Sepe/RJ atuou no sentido de mediar o conflito e proteger os manifestantes, contatando a OAB, o departamento jurídico do sindicato, parlamentares e movimentos sociais e tomará as medidas cabíveis no sentido de reparar os danos sofridos. 

Fonte: Sepe RJ.

Vamos derrubar o veto de Cabral!!!

Precisamos da sua ajuda para sensibilizar os deputados da Alerj, a derrubar o veto à Emenda da Lei 2200, vetada pelo governador Sérgio Cabral.
Se você valoriza o professor e deseja que a educação pública tenha qualidade, compartilhe essa foto, pois se o veto não for derrubado, os professores estão sujeito a a dividir a carga horária de 16 horas em 2, 3 ou 4 escolas comprometendo a qualidade da educação pública.

Vamos lutar para derrubar o veto de Cabral à emenda 2.200. Esse veto está prejudicando à todos os professores de 16 horas que são obrigados a trabalhar em 2, 3 e até 4 escolas para cumprir a sua carga horária. Exigimos uma matrícula, uma escola JÁ!

GREVE é código 61!

Todos à assembleia!!!

Sobre a audiência no Palácio Guanabara de 12/08/13 as 17:00h

Inicialmente tomamos um chá de cadeira de 1h e 10min. , na sala de espera de onde ocorreria a negociação , pois o secretario embora informassem que ele estava a caminho , não compareceu ( código 30 nele ) ,e a audiência se deu com o Pezão e o sub-secretário de educação Antonio Neto. O colega que representou a base foi o prof. Márcio Costa , e pelo exposto no texto do link http://www.seperj.org.br/ver_noticia.php?cod_noticia=4334 , NÃO nos cabe outra alternativa que não seja MANTERMOS a GREVE, até que esse DESgoverno prepotente e arrogante não trate a educação e seus servidores com tanta intolerância.

Por isso CONVOCO : " Servidores da Seeduc TODOS na Assembleia amanhã , votando e mantendo a GREVE, façamo-la crescer.

Infelizmente, a Unidade Classista, que é apenas uma fração da direção atual do Sepe Campos, direção esta hegemonizada pela corrente cutista, não conseguiu garantir transporte para a referida assembleia. Apesar da defesa incessante pela representação da categoria de Campos nessa importante assembleia, a direção majoritária do Sepe Campos não aprovou, alegando que em Campos os profissionais não aderiram à greve. A Unidade Classista defende que a mobilização da categoria cabe ao sindicato, não retirando também a responsabilidade da categoria em lutar pelos seus direitos, pois o sindicato não existe sem a categoria, só temos força juntos.

Fora Risolia ! Fora Cabral!

sábado, 10 de agosto de 2013

Estrutura escolar afeta saúde de professores, conclui estudo

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O cotidiano escolar no Brasil pode ser insuportável para a maioria dos profissionais da educação. A conclusão é do historiador Danilo Alexandre Ferreira de Camargo, autor da dissertação de mestrado “O abolicionismo escolar: reflexões a partir do adoecimento e da deserção dos professores”, defendida na Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (USP).
Durante quatro anos, Danilo Alexandre Ferreira de Camargo analisou mais de 60 trabalhos acadêmicos a respeito do adoecimento de professores, e concluiu que não existem diferenças significativas entre os conceitos apresentadas nas pesquisas sobre o tema.
O pesquisador ressalva que sua intenção não é questionar os trabalhos desenvolvidos, e sim a escola como instituição. Aplicando o conceito de governamentalidade desenvolvido pelo filósofo francês Michel Foucault, Danilo Alexandre Ferreira de Camargo defende que o adoecimento dos professores e sua posterior deserção profissional são resultados das condutas internas da instituição escolar.
Essa realidade, acredita o historiador, torna natural o processo de burocratização da infância, que por sua vez resulta em cidadãos facilmente comandados politicamente. Assim, conclui Danilo Alexandre Ferreira de Camargo, os problemas da realidade escolar devem ser encarados como uma questão política, e não apenas como desvios morais de alunos e professores.
A questão central da dissertação, segundo o autor, não é propor uma nova plataforma educacional, e sim provocar reflexões sobre a incapacidade da sociedade contemporânea de imaginar um modelo educacional substituto. “Nossa sociedade percebe o ensino escolarizado como algo absolutamente natural e indispensável, apesar do mesmo existir da forma que conhecemos hoje somente a partir do século XIX”, destaca.

Fonte: Universidade de São Paulo

Boletim digital da rede municipal de Campos

O boletim digital da rede municipal está disponível no link abaixo . Em breve, todos os profissionais serão contemplados com a versão impressa nas suas unidades escolares.
 Para acessar clique AQUI. 

Nesse boletim, fazemos um relato da audiência com a secretária de educação Marinéa Abud, enfatizando a pauta discutida, os avanços e pontos que ainda ficaram pendentes para serem resolvidos na próxima audiência já marcada para o dia 12 de setembro.

Porque a educação estadual está em greve?

Amigos e colegas, vamos compartilhar para manter a população informada sobre os motivos que levaram os professores a entrarem em greve, pois a mídia não vai informar e também vai fazer de tudo para colocar a população contra os professores.
Ajude a Educação e os professores compartilhando essa imagem!

FONTE: Prof.ª Maria Da Graça Aguiar.

Vem pra luta, rede estadual!!!

Site do Sepe RJ: Governo estadual chama o Sepe para negociar

Nesta sexta-feira (dia 9), ao final da tarde, a Secretaria Estadual de Educação entrou em contato com a coordenação do Sepe e chamou o sindicato para uma reunião para discutir as reivindicações da categoria, que entrou em greve nesta quinta, dia 8, juntamente com a rede municipal.

A reunião será com o vice-governador Pezão e com o secretário de Educação, Wilson Risolia, e ocorrerá na segunda, dia 12, às 17h, no Palácio Guanabara.

Atenção: a assembleia do estado será às 14h, no dia 14, na quarta-feira – o local ainda será marcado e divulgado no site e demais informativos do sindicato.

O que a rede estadual reivindica:

1 – Reposição emergencial de 28%;

2 – Derrubada do veto do governador Cabral ao artigo do Projeto de Lei 2.200, que garante uma matrícula de professor em apenas uma escola;

3 – 30 horas semanais para funcionários;

4 – Garantia de retorno dos funcionários administrativos que ainda estão fora das suas escolas;

5 - Democracia nas escolas – eleição para diretor;

6 – Fim da política meritocrática do governo - plano de metas e do projeto Certificação;

7 - Cumprimento da lei do 1/3 da carga horária para planejamento;

8 – Melhores condições de trabalho;

9 - Fora Cabral, Fora Risolia.

Escolas municipais do Rio de Janeiro entraram em greve:

As escolas municipais do Rio de Janeiro entraram em greve nesta quinta-feira, dia 8 de agosto. A decisão pela greve ocorreu em assembleia realizada no auditório do América, na Tijuca, com a presença de mais de 1000 pessoas. Após a assembleia, a categoria foi em passeata até a sede da prefeitura, onde teve audiência com o vice-prefeito Adilson Pires. As reivindicações da categoria foram entregues ao vice-prefeito.

A próxima assembleia que discutirá os rumos da greve está marcada para a quarta-feira (14/08), às 10h, em local que será confirmado. Após a assembleia, haverá uma passeata até o Palácio da Cidade, em Botafogo, com concentração na saída da Estação Botafogo do Metrô (saída da Rua São Clemente).

O que a rede municipal do Rio reivindica:

1 - reajuste de 19%;

2- plano de carreira unificado;

3 - 1/3 da carga horária para planejamento;

4 - fim da meritocracia;

5 – Melhores condições de trabalho;

6 – Fora Paes e Costin!

Informes da greve da rede estadual...

Após a categoria deflagrar greve, na assembleia do dia 08 (quinta-feira passada), o vice-governador Pezão entrou em contato com o Sepe Central ontem e marcou para segunda- feira, dia 12/08, uma reunião de negociação, com a presença também do secretário Risolia. Isso só vem ratificar a deliberação da assembleia quanto à greve, pois o momento de irmos à luta é esse, o governo está acuado e fragilizado, pois suas falcatruas tantas vezes denunciadas pelo Sepe vieram à tona. É hora de nos unirmos e lutarmos pelos nossos direitos , direitos esses negados por esse governo truculento, arbitrário e inimigo da educação e de todo o funcionalismo público!
O Sepe Campos convoca a todos os profissionais de educação da rede estadual de Campos para cruzar os braços e gritar em uma só voz: Basta de autoritarismo, repressão e assédio moral! Valorização profissional já! Salários e condições dignas de trabalho! Abaixo ao veto da emenda do PL 2.200! Fora Cabral, fora Risolia!

Vamos à luta! A hora é essa...

"Quem Sabe faz a hora, não espera acontecer..."

Cristini Marcelino - Coordenadora Geral/ Sepe Campos

quinta-feira, 8 de agosto de 2013

Atenção rede estadual de Campos!!!

Educação municipal do Rio de Janeiro e rede estadual entraram em greve













Em assembleia realizada na manhã desta quinta-feira (08/08), os profissionais de educação da rede municipal do Rio de Janeiro decidiram entrar em greve por tempo indeterminado. A próxima assembleia que discutirá os rumos da greve está marcada para a quarta-feira (14/08), às 10h, em local que será confirmado amanhã. Após a assembleia, haverá uma passeata até o Palácio da Cidade, em Botafogo.


A rede estadual, reunida há pouco no auditório da ACM, no Centro do Rio, também declarou greve, e realizará assembleia no mesmo dia 14, às 12h, em local a confirmar.

O Sepe convoca a categoria a comparecer às assembleias do dia 14 para engrossar o movimento.  

O que a rede municipal do Rio reivindica:

1 - reajuste de 19%;

2- plano de carreira unificado;

3 - 1/3 da carga horária para planejamento;

4 - fim da meritocracia.

Os professores e funcionários estaduais reivindicam melhores condições de trabalho e a derrubada do veto do governador Sérgio Cabral ao artigo do Projeto de Lei 2.200, que garante uma escola para cada matrícula das professores da rede estadual. Também faz parte das reivindicações da categoria o cumprimento da Lei do Piso Nacional, que determina que 1/3 da carga horária do professor seja utilizado para planejamento das aulas.

Além disso, a rede estadual incorpora o Fora Cabral e o Fora Risolia.

Leia aqui o relatório do TCM que informa que escolas municipais estão em más condições.

Leia aqui a proposta da categoria para o plano de carreira.

Educação estadual em GREVE!

Assembleia da Rede estadual vota pela GREVE!!!
Educação do Rio na LUTA!
Fora Cabral, Fora Risoles!

Valorização aos professores e demais profissionais de educação JÁ!

Volta às aulas na Planície Goytacá...