SOS EDUCAÇÃO EM CAMPOS

O Blog tem por objetivo ser um espaço aberto para a divulgação de notícias sobre educação, sociedade e cidadania em Campos e região. Tendo como referência a educação como principal fonte de promoção da cidadania.

sábado, 23 de maio de 2015

Parabéns, educação de Campos!

Me sinto honrada de fazer parte da educação de Campos, de ser uma educadora, de formar opiniões e de ter a minha própria opinião e não permitir que ela seja deturpada em nome de interesses próprios. Vivemos hoje um momento histórico, não visto aqui no município há muito tempo, centenas de profissionais de educação que com garra e coragem saíram da inércia e foram às ruas, externar suas insatisfações com o poder público, gritos de "Não vamos recuar" ecoaram na Praça São Salvador e realmente não houve recuo por parte dos educadores, mas enfim... Sempre defendi a manutenção da greve, pois está é uma legítima ferramenta do trabalhador, um direito garantido por lei e que é usado em última instância, quando todas as formas de negociação com o governo cessam. Nenhum trabalhador entra em uma greve por acaso ou para perder, a greve da educação municipal é legítima pelo não-atendimento da pauta, pelo descaso do poder público para com a educação de Campos e para com os profissionais de educação. Por esses e muitos outros motivos, a educação municipal enfrentou bravamente 5 dias de greve, pois as propostas apresentadas pelo governo não contemplam os profissionais de educação, a realidade não mudou, hoje foram apresentadas as mesmas propostas e no entanto, chegamos ao fim da greve, não sei ao certo o que motivou tal deliberação. Não vejo avanços nas negociações, nem a contemplação das reivindicações da educação, portanto, acredito que devemos continuar na luta! Só se sai de uma greve com vitórias, esse exemplo está nos sendo dado pelos professores do Paraná, que mesmo sofrendo todo o tipo de violência não recuaram e permanecem na luta!
Digamos não aos discursos bonitos, mas vazios de conteúdo! Não há vitória sem LUTA! E a luta tem que ser construída junto com a categoria, ou seja, os profissionais de educação são sempre protagonistas e as entidades sindicais representativas tem que caminhar ao encontro dos anseios dos educadores. Portanto, como professora da rede municipal, declaro que não me sinto contemplada com o fim da greve, mas entendo que há momentos em que é preciso recuar um passo, para avançarmos dois! Portanto, a luta permanece! A educação permanece em ESTADO DE GREVE, acompanhando às ações do poder público e o cumprimento do que foi acordado!


sexta-feira, 22 de maio de 2015

Centenas de servidores fazem manifestação na Praça São Salvador
















De preto, profissionais mostraram insatisfação com administração municipal e estrutura de escolas

Mais de 600 professores e servidores municipais de Campos fizeram manifestação na Praça São Salvador na tarde desta sexta-feira (22). De preto, com nariz de palhaço e marcados com asteriscos, os profissionais lotaram o local com cartazes e apitos e utilizaram um mini trio elétrico para falar sobre as condições das escolas. Minutos após o início do ato, os manifestantes seguiram em caminhada pela cidade para a frente da Prefeitura de Campos, para a realização de uma assembleia para definir os próximos rumos do movimento.

A imagem de um asterisco colada ou desenhada no corpo, usada por muitos,  foi uma forma de demonstrar descontentamento com a fala do secretário de Educação Frederico Tavares Rangel. O secretário orientou os diretores, durante uma reunião nesta quinta (21), a marcarem um asterisco na frente do nome dos grevistas, para a prefeitura descontar os dias não trabalhados posteriormente. Os docentes também penduraram um varal com fotos que retratam as condições estruturais das unidades de ensino do município.

No alto do mini trio elétrico, vários professores e servidores falaram sobre as dificuldades do dia a dia e também sobre a força do movimento.

“É importante dizer para toda a população que não estamos lutando só pelo reajuste. Estamos também na luta por melhores condições de trabalho e pela qualidade de ensino. Nós somos igual massa de bolo, quanto mais o Governo bate, mais a gente cresce. A nossa greve não é ilegal como eles estão falando. O secretário Anthony Garotinho vai para as rádios e fala o que quer. Ele acusa nosso movimento de ser ilegal, mas temos o apoio do sindicato e avisamos com antecedência”, falou a professora Odisséia Carvalho.  

Reivindicações
 
Os professores estão reivindicando Plano de Cargos e Salários total, reajuste salarial, reposição das perdas salariais, condições dignas de trabalho, retorno do Plano de Saúde e vale-transporte, que estão suspensos há quatro meses, para todos os servidores; Auxílio Alimentação no valor de R$ 500; redução da carga horária em 1/3; e a incorporação da gratificação nos salários dos profissionais.
 
 
Priscilla Alves

Acampamento e confusão na porta da Prefeitura de Campos em ato dos professores


  Daniela Abreu





Em greve há cinco dias, professores municipais de Campos realizaram um ato público na tarde desta sexta-feira (22/05), na Praça do Santíssimo Salvador, no Centro da cidade. Após o ato seguiram até a sede da prefeitura, o Centro Administrativo José Alves de Azevedo. 
Os manifestantes exigiram a presença da prefeita Rosinha Garotinho afirmando que não queriam negociar com o secretário de Administração, Fábio Ribeiro e nem com o Secretário de Educação, Frederico Rangel.
Segundo informações da Guarda Municipal, o grupo de manifestantes acampado entrou cedo na sede da prefeitura, dizendo que ia ao setor de Protocolo, e que quando os outros manifestantes chegaram, se dirigiram ao pátio e montaram a barraca de camping.
Os professores acampados estão acompanhados da ex-vereadora e integrante do SEPE, Odisséia (PT).
Às 18h50, o Comandante da Guarda Municipal, Wellington Levino conseguiu negociar com as integrantes da comissão que representa os professores, a entrada do grupo na sede da prefeitura para negociar com o secretário de Administração, Fábio Ribeiro, com quem aceitaram dialogar. 
Quando as professoras entraram os guardas tentaram retirar as barracas que estavam no pátio, uma armada e outra desarmada. Com isso manifestantes que estavam do lado de fora da prefeitura forçaram a entrada para impedir a retirada das barracas, e uma grade foi quebrada. Houve empurra-empurra e algumas pessoas chegaram a cair, inclusive uma repórter do Site Ururau que estava apurando a matéria caiu e sofreu escoriações.
Um homem, já identificado por participar de outros atos políticos, foi imobilizado pela Guarda Municipal, suspeito de ter danificado a grade. Os manifestantes negam que ele faça parte do movimento. A Guarda Municipal precisou usar gás de pimenta para dispersar a multidão. 
Às 19h30, os vereadores Fred Machado (SD), Rafael Diniz (PPS) e Marcão (PT) chegaram a sede da prefeitura, para tentar participar da reunião entre os professores e o secretário de Administração, mas não puderam entrar.
No último dia 19, o secretário de administração, Fábio Ribeiro e o secretário de Educação, Frederico Rangel, se reuniram com representantes do Sepe e do Sindicato dos Profissionais Servidores Públicos (Siprosep) de Campos, onde se comprometeram em atender alguns compromissos que correspondem às reivindicações da categoria, como 100% de gratificação de regência com tolerância de três dias de falta justificada, revisão do Plano de Cargos e Salários, plano de saúde com Caixa de Assistência, uso do Cartão Educação para substituir o Rio Card, entre outras conquistas, a partir do compromisso de que os profissionais retornassem às funções nesta quinta-feira (21/05) e garantissem a reposição das aulas, mas a categoria não aceitou.
Às 20h a comissão se reunião com representantes do Poder Público na tentativa de chegar a um acordo.  Os secretários de Administração e de Educação, Fábio Ribeiro e Frederico Rangel, que estão negociando em nome do município com os professores desde novembro de 2014, afirmam que os salários dos professores variam de R$ 2.300 a R$ 5.200, enquanto o piso nacional para 40 horas é de apenas R$ 1.917.

Os professores da Prefeitura de Campos têm direito a R$ 200 de Vale Alimentação, regência de turma que pode variar de R$ 170 a R$ 360 dependendo do tempo de serviço, além do RET (Regime Especial de Trabalho) no valor de R$ 1.500.
Fábio falou ainda sobre a proposta da Prefeitura de aumentar em 100% a regência: “Além de ser boa para os professores, atende a uma estratégia importante da Prefeitura para cuidar das nossas crianças, já que atualmente apenas 53% dos professores estão em sala de aula”.
O Siprosep - Sindicato dos Profissionais Servidores Públicos Municipais de Campos (Siprosep), é contrário a greve. Segundo o presidente, Sérgio Almeida, o movimento tem cunho político.


 Fonte Ururau

Mais um dia de lutas em defesa dos nossos DIREITOS!



Comentário em apoio à luta dos professores e contra a agressão praticada na Prefeitura!

Um comentário:

  1. Cara blogueira a poucos dias participei de reuniões onde o foi proposta uma unificação de "" varias categorias da rede municipal e entres estas conta a guarda municipal e no entanto hj. quando a categoria dos professores junto com outras categorias unificas; Hj a guarda mostrou estar mais a favor do patrões ditadores, com o uso de gás de pimenta e agressão a uma companheira fora que além de professora também e mãe que luta para melhorar a vida de sua família hj teve seu bem mas precioso que a ajuda nesta batalha mutilado por um guarda incapaz de exercer seu serviço sem agredir fisicamente para impor suas ordens ditatórias colocas por seus maiorais valeu por este ato de covardia.
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Professora foi agredida pela Guarda Municipal na Prefeitura!

Segundo denúncias recebidas pelo Blog nesse instante, a Guarda Municipal , que deveria estar na luta juntamente com os profissionais de educação, agrediram uma professora da E.M. Maria Lúcia. Por enquanto, a identidade da professora não foi confirmada, assim que tiver maiores informações, eu postarei.

Essa violência já era esperada por parte desse governo truculento, repressor, ditatorial e inimigo do funcionalismo público, mas sinceramente, é surpreendente a postura de alguns profissionais da Guarda Municipal, que informaram que estariam conosco na luta em prol da nossa pauta unificada e no entanto, agora agridem uma professora a ponto de quebrar o dedo da mão da mesma e também jogam spray de pimenta nos profissionais que lá estão lutando em prol de uma causa que é de todo o funcionalismo público.


Servidores públicos acampam na frente da Prefeitura de Campos

sexta-feira, 22 de maio de 2015

Servidores públicos acampam na frente da Prefeitura de Campos

Mais 500 servidores municipais, a maioria professores, fazem uma manifestação na frente da Prefeitura de Campos na noite desta sexta-feira (22). Com o auxílio de um trio elétrico e gritos de palavras de ordem como “O professor na rua, Rosinha a culpa é sua”, os manifestantes prometem acampar na frente do prédio municipal por tempo indeterminado. Eles foram para o local após umato na Praça São Salvador nesta tarde. Os servidores pedem melhores condições de salários e trabalho.

Muitos usam a imagem de um asterisco colada ou desenhada no corpo, forma encontrada para demonstrar descontentamento com a fala do secretário de Educação Frederico Tavares Rangel. O secretário orientou os diretores, durante uma reunião nesta quinta (21), a marcarem um asterisco na frente do nome dos grevistas, para a prefeitura descontar os dias não trabalhados posteriormente. Os docentes também penduraram um varal com fotos que retratam as condições estruturais das unidades de ensino do município.

A informação é que líderes do movimento, junto com o vereador Dayvison Miranda (PRB) e a professora Odisséia Carvalho, foram autorizados a entrar no prédio e dialogam com o secretário de Administração, Fábio Ribeiro, e o secretário de Educação, Fred Rangel. A imprensa não pôde entrar e apenas fotógrafo e cinegrafista da prefeitura acompanham o encontro. Os vereadores da oposição, Fred Machado, Marcão e Rafael Diniz foram impedidos de entrar na prefeitura para acompanhar a comissão de grevistas. Marcão disse que só vai sair de lá depois de ser atendido pela prefeita Rosinha Garotinho. 

Já do lado de fora, os manifestantes pedem pela presença da prefeita. Durante o ato, o grupo cantou o Hino Nacional e o Hino da Bandeira. Os professores gritam também “se não negociar, a educação não vai voltar”. Os profissionais da saúde, que também estão no local, respondem que “se não negociar, a saúde vai entrar” (em greve).

Reivindicações – Os professores estão reivindicando Plano de Cargos e Salários total, reajuste salarial, reposição das perdas salariais, condições dignas de trabalho, retorno do Plano de Saúde e vale-transporte, que estão suspensos há quatro meses, para todos os servidores; Auxílio Alimentação no valor de R$ 500; redução da carga horária em 1/3; e a incorporação da gratificação nos salários dos profissionais.

Priscilla AlvesTerceira Via

Professora foi agredida pela Guarda Municipal na Prefeitura!

Segundo denúncias recebidas pelo Blog nesse instante, a Guarda Municipal , que deveria estar na luta juntamente com os profissionais de educação, agrediram uma professora da E.M. Maria Lúcia. Por enquanto, a identidade da professora não foi confirmada, assim que tiver maiores informações, eu postarei.

Essa violência já era esperada por parte desse governo truculento, repressor, ditatorial e inimigo do funcionalismo público, mas sinceramente, é surpreendente a postura de alguns profissionais da Guarda Municipal, que informaram que estariam conosco na luta em prol da nossa pauta unificada e no entanto, agora agridem uma professora a ponto de quebrar o dedo da mão da mesma e também jogam spray de pimenta nos profissionais que lá estão lutando em prol de uma causa que é de todo o funcionalismo público.


Somos todos asteriscos!


GREVE: Educação de LUTO e em LUTA!

Profissionais de educação permanecem na prefeitura de Campos e aguardam negociação.
 Chegou à informação ao Blog que alguns guardas municipais tentaram retirar os profissionais, mas sem sucesso, pois nossos bravos guerreiros permanecem na sede da prefeitura e provavelmente acamparão lá.

Professores: Acampamento e assembleia na frente da Prefeitura de Campos

Professores: Acampamento e assembleia na frente da Prefeitura de Campos

Professores de Campos, em greve desde a última segunda-feira, realizam assembleia neste momento na frente da Prefeitura, onde realizaram protesto.
Muitos levaram barracas e estão acampados na frente da sede municipal.

Fonte: Na Curva do Rio.

Servidores protestam em Campos


Nadia Abreu – Facebook
Servidores da Saúde – Foto Diony Barreto

Em um dia histórico, profissionais da Educação e Saúde de Campos se reuniram na Praça São Salvador e estão, agora, em frente à prefeitura de Campos. Eles protestam por reajuste salarial e melhores condições de trabalho.
Não sem razão.  São muitas as denúncias nas duas áreas,  há anos. O Ministério Público Federal (MPF) flagrou em inspeções recentes irregularidades em várias unidades de saúde de Campos. Reclamações recorrentes na vida da população replicadas na imprensa.
Na educação não é diferente. Escolas sucateadas, falta de segurança entre outros problemas antigos prejudicam e muito uma categoria que deveria ser muito valorizada.
Enfim, não adianta ameaça. Adianta é conversar e resolver.

Fonte: Na Curva do Rio.

Profissionais de educação exigem a presença da prefeita

O SEPE, representante legítimo da educação de Campos, juntamente com os profissionais de educação estão nesse momento na prefeitura exigindo a presença da prefeita, para que a mesma dê respostas quanto à pauta de lutas da categoria. O secretário de educação e o secretário de administração estão se encaminhando para a sede da prefeitura, mas os profissionais de educação já afirmaram que não querem falar com intermediários.

Protesto de educadores: da praça à Prefeitura

Protesto de educadores: da praça à Prefeitura












Fotos: Channa Vieira; Sandre Antunes e Denilson Boa Morte (leitores) 
Cerca de dez professores entraram na sede da Prefeitura e Montaram barracas de acampamento com ajuda do vereador Dayvison Miranda. O ato faz parte da greve dos educadores municipais. Na quinta-feira (21), mesmo após os secretários de Administração e Governo, Fábio Ribeiro e Anthony Garotinho, ameaçarem cortar ponto e regência do mês de maio, profissionais da Educação não recuaram. Nesta sexta-feira (22), o ato teve início por volta das 15h, na praça São Salvador, e, em seguida, os manifestantes seguiram para a frente da Prefeitura onde uma assembleia foi iniciada por volta das 18h. Os secretários convocaram alguns professores para uma reunião interna, mas eles recusaram alegando que a conversa ocorrerá apenas com a Prefeita Rosinha Garotinho - que não estaria na Prefeitura - e que os secretários poderiam subir no trio elétrico para falar com a categoria presente na manifestação. Uma corrente para a passagem dos secretários chegou a ser feita, mas, até o momento, eles não foram falar com os manifestantes.
Durante o protesto, por volta das 17h, servidores da saúde, intitulados “Servidores em Ação”, e alguns pais de alunos, aderiram ao protesto e chegaram com mais um trio elétrico. 
Desde segunda-feira (18), os profissionais cruzaram os braços na tentativa de ter às suas reivindicações atendidas. Os professores pedem concurso público para todos os funcionários, merenda escolar de qualidade, infraestrutura em todas as instituições, material didático de melhor qualidade pedagógica, valorização profissional com assistência à saúde, revisão do Plano de Cargos e Salários, reajuste salarial, reposição das perdas salariais e incorporação da gratificação nos salários dos profissionais.
Na terça-feira (19), os secretários de Educação e Administração convocaram representantes do Sepe para uma reunião e apresentou propostas, que não foram aceitas pela categoria durante assembleia. De acordo com Norma Dias, a principal reivindicação e que teria motivado a greve dos professores, teria sido “empurrada” para setembro. Além disso, os profissionais também pedem melhores condições de trabalho, já que no início do ano a Prefeitura teria demitido centenas de funcionários que atuavam nas escolas como porteiro, auxiliar de serviços gerais e inspetor. Segundo os professores, eles tiveram que assumir também essas funções para que alunos não ficassem prejudicados.
— A situação ficou insustentável. As escolas foram abandonadas pela Prefeitura. Esperamos que o governo municipal procure a categoria e faça uma proposta convincente para que possamos ter condições de retornar ao trabalho. A população está sofrendo e a Prefeitura precisa resolver isso — destacou Norma Dias.

Mais imagens do grande ato da educação realizado hoje na Praça São Salvador!








GREVE: últimos informes!

Neste momento, os profissionais de educação de Campos estão na sede da prefeitura, solicitando a presença da prefeita a fim de ter as reivindicações da categoria ouvidas e atendidas.
Um grande ato foi realizado na Praça São Salvador e de lá, os profissionais seguiram em passeata até a prefeitura, onde se encontram concentrados até o momento.


Grande ato da educação hoje em Campos na Praça São Salvador


Profissionais de educação lotam a Praça São Salvador em ato vitorioso!