SOS EDUCAÇÃO EM CAMPOS

O Blog tem por objetivo ser um espaço aberto para a divulgação de notícias sobre educação, sociedade e cidadania em Campos e região. Tendo como referência a educação como principal fonte de promoção da cidadania.

Mostrando postagens com marcador Mobilização. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Mobilização. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 30 de outubro de 2012

Reunião em defesa do complexo do Maracanã

Nesta quarta, dia 31, às 19h, ocorrerá no Sepe uma reunião para discutir a reação à demolição do complexo do Maracanã, que está sendo feita, tendo visto a Copa 2014.

Segue a íntegra do panfleto que convoca para a reunião:

PAUTA:
 
 1- Organização de manifestação unificada no dia da audiência pública (8 de novembro);

2- Construção coletiva de projeto alternativo para o Complexo do Maracanã;
 
3- Organização de Audiência.

O governo do estado está falando que a venda do Maracanã e as demolições são inevitáveis. É MENTIRA! Não há nada que impeça a adoção de outro projeto para o Maracanã, basta vontade política.

Para isso, é necessário que haja uma mobilização grande para o dia 8 de novembro, quando haverá uma audiência pública. Precisamos unir todos os usuários e funcionários dos equipamentos esportivos do Maracanã, os professores e pais de alunos da escola Friedenreich, antropólogos e indígenas que defendem o antigo Museu do Índio, os torcedores, os historiadores, os pesquisadores e estudantes sobre o direito à cidade, a UERJ, os moradores das comunidades do entorno...

- Pela NÃO DEMOLIÇÃO e melhoria do Julio Delamare, do Celio de Barros, da Escola Municipal Friedenreich e do prédio do Museu do Índio.

- Por um Complexo do Maracanã PÚBLICO, que sirva à população, com respeito à sua importância histórica, cultural, social e esportiva.

- Por um estádio com SETORES POPULARES e ingressos a preços acessíveis para todos após a Copa.

terça-feira, 25 de outubro de 2011

Campos não adere paralisação, mas profissionais protestam pelo SUS


A Federação Nacional dos Médicos (Fenam) confirmou na manhã desta terça-feira que os médicos que realizam atendimento pelo SUS devem paralisar as atividades em cerca de 20 estados em protesto contra a baixa remuneração e as más condições de trabalho da rede pública de saúde.  Serão suspensos os atendimentos eletivos (consultas, exames e outros procedimentos). A rede de emergência e urgência está mantida. Em Campos, Os profissionais da área de Saúde em Campos estão fazendo, um protesto a favor do Sistema Único de Saúde (SUS). Pelos hospitais da cidade faixas indicam o “luto” pela falta de investimentos no sistema. O ato é nacional, mas diferente de algumas cidades do país, onde os profissionais vão suspender o atendimento, no município eles irão trabalhar com tarja preta nos braços e distribuir panfletos para informar à população. O coordenador da seccional Campos do Conselho Regional de Medicina, médico Makhoul Moussallem, participou do Folha no Ar de ontem e explicou que o movimento não é contra o SUS, mas a seu favor.

— Estamos em “Luto pelo SUS”. Decidimos não suspender o atendimento em respeito ao cidadão que espera meses por uma consulta ou exame pelo SUS. No entanto, toda a população tem que se indignar com o que anda acontecendo na saúde. Não podemos ver o SUS morrer sem que a gente não faça nada e pela primiera vez os hospitais também entraram nessa luta. Falam em má gerencia dos recursos, mas como administrar uma unidade hospitalar, quando o Governo Federal paga R$ 7 para uma cirurgia de fimose e R$ 1200 para uma cirurgia cardíaca complexa para toda uma equipe? — destacou o médico.

Segundo a Fenam, os estados que devem aderir totalmente são: Acre, Alagoas, Amapá, Amazonas, Bahia, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina e Sergipe.

Entretanto, o Conselho Regional de Medicina de Mato Grosso (CRM-MT) e o sindicato dos médicos do estado afirmam, ao contrário da Fenam, que o Mato Grosso não vai aderir. No estado, segundo os órgãos, estão previstas reuniões e uma audiência pública sobre a saúde.

Em outros dois estados a paralisação será pontual: em Santa Catarina, deve ocorrer durante a tarde e durar cerca de uma hora; em São Paulo, deverá ocorrer apenas em algumas unidades. Nos outros estados e no Distrito Federal foram programadas manifestações públicas em protesto contra a precariedade da rede pública.
 
Fonte: Folha da Manhã

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

“Luto pelo SUS” nesta terça em Campos

Os profissionais da área de Saúde em Campos farão amanhã, a partir das 8h, um protesto a favor do Sistema Único de Saúde (SUS). Pelos hospitais da cidade faixas indicam o “luto” pela falta de investimentos no sistema. O ato é nacional, mas diferente de algumas cidades do país, onde os profissionais vão suspender o atendimento, no município eles irão trabalhar com tarja preta nos braços e distribuir panfletos para informar à população. O coordenador da seccional Campos do Conselho Regional de Medicina, médico Makhoul Moussallem, participou do Folha no A de hoje e explicou que o movimento não é contra o SUS, mas a seu favor.
— Estamos em “Luto pelo SUS”. Decidimos não suspender o atendimento em respeito ao cidadão que espera meses por uma consulta ou exame pelo SUS. No entanto, toda a população tem que se indignar com o que anda acontecendo na saúde. Não podemos ver o SUS morrer sem que a gente não faça nada e pela primiera vez os hospitais também entraram nessa luta. Falam em má gerencia dos recursos, mas como administrar uma unidade hospitalar, quando o Governo Federal paga R$ 7 para uma cirurgia de fimose e R$ 1200 para uma cirurgia cardíaca complexa para toda uma equipe? — destacou o médico.
Também nesta terça-feira, a partir das 10h, será realizada uma reunião na Sociedade Fluminense de Medicina e Cirurgia (SFMC) para discutir os baixos salários pagos aos médicos e as precárias condições de trabalho oferecidas pelo SUS.
Além de mais verbas para a saúde pública, principalmente por parte da União, a categoria reivindica convocação imediata de todos os aprovados nos últimos concursos públicos ainda válidos; efetivação dos médicos contratados temporários; realização de concursos públicos com salário de R$ 9.188,72 (piso da Fenam); plano de cargos e salários e carreira de Estado para os médicos, principalmente na Estratégia de Saúde da Família (ESF); mais vagas para a residência médica; aumento da tabela SUS e melhoria das condições de trabalho nos hospitais, postos de saúde e maternidades.

Fonte: Folha da Manhã

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Manifestação no Rio: profissionais estão sendo impedidos de entrar na SEEDUC

Os manifestantes da rede estadual que estão realizando um ato na porta da SEEDUC desde o início desta manhã estão sendo impedidos de entrar no prédio do Centro Administrativo São Sebastião. No momento, vários policiais militares estão postados na entrada do Centro e não estão deixando que a direção do Sepe suba até o andar da Secretaria e a situação é bastante tensa. 

Fonte: Sepe RJ