SOS EDUCAÇÃO EM CAMPOS

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sábado, 18 de maio de 2013

Dia 18 de maio - Dia Nacional de Combate à Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes

http://www.cfess.org.br/visualizar/noticia/cod/962

A triste história do dia 18 de maio...

Sabem porque o dia 18 de maio é o dia de combate ao abuso e a exploração contra crianças e adolescentes? Em homenagem à esta menina.

18 de maio de 1973. A menina Araceli Cabrera Sanches, de apenas oito anos, sai de sua casa, no Bairro Fátima, em Serra (ES), para ir à escola e não volta mais. Era uma sexta-feira. Naquele dia, a filha do eletricista Gabriel Crespo e da boliviana radicada no país, Lola Sanches, foi espancada, torturada, drogada, violentada e morta. Araceli teve partes da barriga, dos seios e da vagina dilaceradas com mordidas em uma orgia regada a cocaína e LSD. Seu corpo foi queimado com ácido e permaneceu durante mais de três anos na gaveta do Instituto Médico Legal de Vitória, até que uma investigação que terminou com pelo menos 14 execuções e nenhum condenado fosse indiciado.

Não é por acaso que neste sabádo - exatos 40 anos depois - acontece o Dia Nacional de Combate ao Abuso e Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes. O 18 de maio foi escolhido pela Lei Federal 9970/00 em referência ao caso, símbolo na luta contra esta forma de violência. A história da menina nunca foi completamente esclarecida, mas a memória da barbárie capixaba segue viva entre aqueles que combatem os abusos.
 
Sabem porque o dia 18 de maio é o dia de combate ao abuso e a exploração contra crianças e adolescentes? Em homenagem à esta menina.

18 de maio de 1973. A meni
na Araceli Cabrera Sanches, de apenas oito anos, sai de sua casa, no Bairro Fátima, em Serra (ES), para ir à escola e não volta mais. Era uma sexta-feira. Naquele dia, a filha do eletricista Gabriel Crespo e da boliviana radicada no país, Lola Sanches, foi espancada, torturada, drogada, violentada e morta. Araceli teve partes da barriga, dos seios e da vagina dilaceradas com mordidas em uma orgia regada a cocaína e LSD. Seu corpo foi queimado com ácido e permaneceu durante mais de três anos na gaveta do Instituto Médico Legal de Vitória, até que uma investigação que terminou com pelo menos 14 execuções e nenhum condenado fosse indiciado.

Não é por acaso que neste sabádo - exatos 40 anos depois - acontece o Dia Nacional de Combate ao Abuso e Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes. O 18 de maio foi escolhido pela Lei Federal 9970/00 em referência ao caso, símbolo na luta contra esta forma de violência. A história da menina nunca foi completamente esclarecida, mas a memória da barbárie capixaba segue viva entre aqueles que combatem os abusos.
 
Fonte: Site Serviço Social Depressão.

sexta-feira, 17 de maio de 2013

Alerj em Campos por “Meninas de Guarus”

 
Marcada para hoje às 14h, a audiência pública que será promovida pela Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), em Campos e pretende abrir a ferida do caso que ficou conhecido como “Meninas de Guarus”. Uma história de horror que envolveria crianças, prostituição, morte e extorsão. O deputado estadual Marcelo Freixo, presidente da Comissão de Direitos Humanos da Alerj confirmou presença e o requerimento foi feito pelo deputado Roberto Henriques, justificando que ainda espera ver se o caso, noticiado amplamente pela imprensa desde 2009, tenha um  desfecho conforme prevê a lei, protegendo as crianças e suas famílias e punindo os criminosos deste fato grave que envolve pedofilia. A audiência acontece na Câmara Municipal, que ontem colocou em discussão a questão sobre  pedofilia e defendeu a criação de uma delegacia para a criança.
Na audiência de hoje, também participam representantes de duas outras comissões permanentes da Alerj: da defesa da Mulher e da Criança, do Adolescente e Idoso.
Henriques conta que o que o levou a requerer a audiência pública é o fato de o caso ter abalado a comunidade, “com todos os seus ingredientes agravantes, como sequestro, extorsão, assassinato e outros”. Além disso, defende que “a sociedade de Campos aguardou pacientemente, mas nada aconteceu, o que motivou a procurar saber por que a demora para a conclusão do caso”.
Roberto Henriques diz que sua expectativa é que a partir da audiência pública ”possamos ter um desfecho exemplar para coibir quaisquer outros casos de pedofilia em Campos, porque onde há impunidade, há a continuidade dos crimes”.

Delegacia —  A Câmara Municipal de Campos reuniu ontem entidades para debater a pedofilia no município. Participaram da sessão especial a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Secretaria Municipal da Família e Assistência Social, Fundação Municipal da Infância e da Juventude (FMIJ) e o Conselho Municipal da Criança e do Adolescente. Thiago Ferrugem, presidente da FMIJ, e o presidente da Câmara, Edson Batista, defenderam a instalação no município de uma Delegacia da Criança e do Adolescente e Vítima (Decav).
 
 Fonte: Folha da Manhã.

terça-feira, 14 de maio de 2013

Pedofilia é alvo de várias ações no município

O município de Campos inicia a semana com ações simultâneas de combate ao abuso e à exploração sexual, em um movimento chamado de “Todos Contra a Pedofilia Disque 100”. Além da campanha da Fundação Municipal da Infância e da Juventude (FMIJ) aberta ontem, o Sestsenat em parceria com a Polícia Rodoviária Federal também estará no dia 17, promovendo  na BR 101, das 8h às 11h, a Campanha de Combate à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes. Ainda na sexta-feira, a Câmara Municipal de Campos dará espaço a Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) para a realização da audiência pública do caso conhecido na cidade como “Meninas de Guarus”.
Ontem, a campanha “Todos contra a Pedofilia”, com o apoio da Secretaria Municipal da Família e Assistência Social em Campos foi realizada um mutirão de panfletagem e adesivagem, na área central da cidade. Equipes do Programa Fortale-Ser e da Secretaria de Saúde, através do programa DST/Aids,também participaram da ação. O ato aconteceu no Mercado Municipal, na Rodoviária Roberto Silveira e no Shopping Popular Michel Haddad. A população se mostrou bastante interessada na panfletagem. Diversos motoristas que passavam com seus carros pelas ruas aceitaram a adesivagem dos veículos, para maior mobilização da população.
— O objetivo é sensibilizar toda a população, para combatermos o abuso e a exploração sexual, e assim, passar à população que todos nós somos responsáveis. Se houver alguma suspeita de abuso ou exploração sexual, as pessoas não devem se calar, pois a salvação pode estar por um fio — informa a coordenadora do programa Fortale-Ser, Valéria Pessanha, destacando que as denúncias devem ser feitas nos números 100 ou 181, ou ainda buscar os Centros de Referência Especializada de Assistência Social (Creas) da cidade, o Conselho Tutelar, o Ministério Público e os órgãos judiciais do município.
Rodovias — Já a campanha do Sestsenat vem sendo realizada em todo o país, e só em  2012, superou a meta de 40 mil atendimentos, assim como a campanha deste ano deverá ultrapassar a marca dos 50 mil motoristas sensibilizados.
 
Fonte: Folha da Manhã.