SOS EDUCAÇÃO EM CAMPOS

O Blog tem por objetivo ser um espaço aberto para a divulgação de notícias sobre educação, sociedade e cidadania em Campos e região. Tendo como referência a educação como principal fonte de promoção da cidadania.

quarta-feira, 4 de setembro de 2013

Rede estadual: A greve continua...

Sinto orgulho de fazer parte desse grupo!

Informes da rede estadual...

Daqui há pouco o vice-governador Pezão receberá a Comissão do Sepe para tratar da pauta de reivindicações da categoria em audiência.

Greve nas escolas estaduais está mantida: categoria reivindica reunião com o vice-governador



 










Profissionais da rede estadual ocuparam o Centro Administrativo do Governo do Estado e exigem audiência com o vice-governador Luis Fernando Pezão, que iniciou as negociações com o Sepe quando a greve foi deflagrada, no dia 8 de agosto.

Os profissionais de educação da rede estadual realizaram assembleia no saguão do prédio da antiga sede da Secretaria de Estado de Educação (Seeduc), na Rua da Ajuda, no final da tarde de hoje (dia 4/9) e decidiram pela manutenção da greve da categoria, iniciada no dia 8 de agosto. A assembleia, anteriormente marcada para as escadarias da Alerj, foi realizada no térreo do prédio onde está funcionando temporariamente a Secretaria de Educação, depois que os profissionais, insatisfeitos com o resultado de uma audiência do Sepe com a SEEDUC, resolveram ocupar o local, de forma pacífica, para pressionar as autoridades do governo estadual a darem continuidade à negociação e apresentarem uma proposta mais concreta para as reivindicações da categoria.

terça-feira, 3 de setembro de 2013

Exigimos limite de alunos por turma JÁ!

GREVE da rede municipal do Rio continua...

PROFESSORES UNIDOS JAMAIS SERÃO VENCIDOS!
FORA EDUARDO PAES!
FORA CLÁUDIA COSTIN!

Em assembleia realizada hoje ( dia 03/09) mais de 4 mil profissionais da rede municipal do Rio deliberaram a continuidade da greve que iniciou desde o dia 08 de agosto.

A assembleia definiu que a próxima plenária da categoria será realizada na sexta-feira (dia 6 de setembro), a partir das 10h, na frente da prefeitura (Cidade Nova). Antes da assembleia, os profissionais farão um ato público e reivindicarão a continuação do processo de negociação entre a categoria e o governo municipal.

Amanhã será realizada mais uma assembleia da rede estadual!

O Sepe Campos estará presente na assembleia da rede estadual e também na vigília na SEEDUC que acontecerá às 10 horas da manhã. Após a vigília, seguiremos em passeata até à ALERJ, onde será realizada a assembleia da categoria às 14 horas.

"Quem sabe faz a hora, não espera acontecer!!!..." 

Vamos à luta!!!

Exija o código 61 - Código de GREVE!

LUTE E CONQUISTE O SEU!

sábado, 31 de agosto de 2013

Por ano, 3 mil professores desistem de dar aula nas escolas estaduais de SP

Por ano, 3 mil professores desistem de dar aula nas escolas estaduais de SP
"Uzunian deixou salas e foi para a academia"

A cada dia, oito professores concursados desistem de dar aula nas escolas estaduais paulistas e se demitem. A média de pedido de exoneração foi de 3 mil por ano, entre 2008 e 2012. Salários baixos, pouca perspectiva e más condições de trabalho estão entre os motivos para o abandono de carreira.
Os dados obtidos pelo Estado por meio da Lei de Acesso à Informação são inéditos. A rede tem 232 mil professores - 120,8 mil concursados, 63 mil contratados com estabilidade e 49 mil temporários.
A fuga de professores também é registrada na rede municipal de São Paulo, mas em menor escala. As escolas paulistanas têm média de 782 exonerações por ano desde 2008.
Proporcionalmente ao tamanho das redes, o índice no Estado é duas vezes maior. Além disso, a capital conseguiu ao longo dos anos ampliar em 12% o número de efetivos, enquanto a rede estadual tem 10 mil concursados a menos do que em 2008.
Os docentes que abandonaram o Estado migraram para escolas particulares, redes municipais ou dão adeus às salas de aula. O bacharel em Educação Física Marco Antonio Uzunian, de 30 anos, decidiu ser instrutor de uma academia e hoje também trabalha em uma empresa.
Apenas um ano em uma escola estadual na Vila Carrão, na zona leste da capital, foi suficiente para ele desistir. Uzunian é um dos 2.969 efetivos que pediram exoneração só no ano passado. É o maior índice desde 2008. "Na escola eu não conseguia tocar um projeto de verdade, não tem apoio nem companheirismo", diz.
O bolso pesou na decisão. Depois de concursado, só pôde pegar uma jornada de 10 horas. "Eu não tive opção de jornada maior. Essas 10 aulas me rendiam R$ 680." A Secretaria da Educação não respondeu por que há limite de jornada para novos docentes.
Crise. Nem a estabilidade do funcionalismo público tem impedido demissões. Formado em Matemática pela Federal do Paraná, Fabrício Caliani ingressou na rede estadual em 2004. Abandonou em 2009 para ficar em escola particular. "Escolhi ser professor por vocação e faço meu trabalho bem feito. O que eu ganhava até me aposentar não ia compensar enfrentar tudo isso", diz ele, que dava aula em Bastos, no interior paulista.
Mesmo sem ter emprego em vista, Eduardo Amaral, de 39 anos, pediu exoneração em abril de 2012 - depois de 8 anos na rede. "Para além da questão do salário, jornada e condições de trabalho adversas, tem o dia a dia da escola. É um ambiente hostil", diz ele, que hoje trabalha na Câmara Municipal de São Paulo.
Professor da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (USP), Romualdo Portella considera os dados muito altos. "Temos reconhecido que a questão-chave da educação é o professor, mas precisamos ter atratividade de carreira, boa formação, retenção e avaliação", diz.
A Secretaria da Educação defendeu que o número de exonerações representa só 1,63% do total de efetivos. Em relação à diminuição do número de efetivados, a pasta argumentou que aposentadorias, mudanças e mortes devem ser levados em conta. O governo não informou quantos concursos realizou desde 2008.

Fonte: Estadão.

Assembleia da rede estadual próxima quarta!

Foto de Omar Costa.

Onde está o FUNDEB? Pergunta que não quer calar...

Ato de LUTO e LUTA pela educação pública municipal do Rio de Janeiro - Pela CPI do FUNDEB

Os profissionais da Educação da Rede Municipal do Rio de Janeiro farão um ato neste domingo, dia 01/09, contra o descaso do prefeito Eduardo Paes e sua secretária Claudia Costin com a educação pública municipal. Como demonstração de luto enterraremos cruzes representando todos os ataques do governo Paes à Educação Municipal. Pediremos apoio popular para que seja aprovada a CPI do FUNDEB e levaremos livros para doar. Todos que defendem uma educação pública de qualidade estão convidados.

Educação estadual permanece em GREVE!














Em assembleia realizada ontem ( dia 30 de agosto) , a rede estadual decidiu  pela continuação da greve.

Próxima assembleia será na quarta-feira (dia 4) , às 14h, em frente à Alerj.

Antes, também na quarta, às 10h, ocorrerá uma vigília no horário da audiência com a Seeduc, na Rua da Ajuda. Logo após a audiência, a categoria sairá em paseata até a Alerj, onde será instalada a assembleia, a partir das 14h.

Calendário completo:

Domingo (01/08): ato na Bienal do Livro, às 10h;

Segunda e terça-feiras (2 e 3/08): assembleias locais, corridas às escolas; reunião do Conselho Deliberativo no Sepe, às 19h;

Quarta (04/08): 10h - audiência do Sepe na Seeduc (Rua da Ajuda), a categoria está convocada para realizar uma vigília no local; após a vigília, a categoria realiza passeata até a Alerj, onde será realizada uma assembleia, a partir das 14h.

Dia Nacional de Lutas - Educação de Campos na rua!















Imagens retiradas do site Ururau e google.

Após protesto, educadores são recebidos por secretários na Prefeitura

Matéria do Site Ururau

Manifestação percorreu algumas ruas da cidade e marcou o 'Dia Nacional de Lutas'
Carlos Grevi

Manifestação percorreu algumas ruas da cidade e marcou o 'Dia Nacional de Lutas'

No início da tarde, desta sexta-feira (30/08), após o protesto realizado por professores das redes municipal, estadual e federal de Campos, em decorrência do Movimento Nacional intitulado “Dia Nacional de Luta”, os secretários de Educação, Cultura e Esportes, Marinéa Abude, e de Administração e Gestão de Pessoas, Fábio Ribeiro, acompanhados pelo Procurador Geral do Município, Matheus José, receberam a comissão de docentes do movimento no auditório da sede da Prefeitura. 
Durante a reunião, representantes do governo adiantaram que parte da pauta reivindicada pela categoria já está sendo contemplada pela administração municipal. No dia 23 de setembro, uma nova reunião será realizada. As faltas deste sexta-feira serão abonadas, mediante reposição de aulas aos alunos.
Entre as medidas que já estão sendo adotadas, estão as eleições diretas para diretor, previstas para serem realizadas no final deste ano. Com relação ao Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb), o município possui um Conselho, localizado na Avenida Pelinca, 322, que tem como finalidade administrar e fiscalizar a verba.
O poder público informou ainda que já foram construídas e inauguradas 17 novas unidades escolares modelo, incluindo creches e escolas e outras 14 estão sendo construídas. Foi realizado concurso no ano passado, implantado Plano de Cargos e Salários e realizado processo seletivo para preenchimento de vagas temporárias. Além disso, foi criada a Gdeb (Gratificação para o Desenvolvimento da Educação Básica).
O ATO 
Com cartazes, faixas, apitos, bandeiras e até mesmo um caixão de cor rosa, fazendo uma alusão ao nome da prefeita Rosinha, os manifestantes gritavam e pediam por melhores condições salariais e de trabalho. No caixão, a frase “Aqui jaz a educação de Campos”, mostrava a insatisfação da categoria.
O ato teve início logo pela manhã na Praça do Santíssimo Salvador e seguiu até a sede da Prefeitura de Campos.
O Sepe Campos também aderiu ao movimento nacional. Dentre as reivindicações dos professores estão reajuste dos salários, eleições diretas para diretor em todas as redes e muitas outras, como por exemplo, a formação de turmas menores para que os professores possam ter mais condições de repassar o conhecimento aos alunos com mais qualidade. 
Na prefeitura, centenas de profissionais da rede pública de ensino chamavam a todo o momento pela prefeita Rosinha Garotinho e pretendiam entregar a ela uma pauta de reivindicações para a rede municipal, porém não foram recebidos pela Chefe do Executivo.

Sepe Campos enviou ofício no dia 27 de agosto solicitando abono do dia 30 de agosto

O Sepe Campos protocolou ofício, no dia 27 de agosto ( terça-feira) ,solicitando abono de ponto dos profissionais de educação de Campos referente ao dia 30 de agosto, Dia Nacional de Lutas.
O Ofício foi protocolado no gabinete da prefeita e também na Secretaria de Educação, respeitando a antecedência mínima de 48 (quarenta e oito) horas da paralisação, conforme consta na Lei Nº 7.783/89, que dispõe sobre o exercício do direito de greve.

Para ampliar, basta clicar na imagem abaixo:



sexta-feira, 30 de agosto de 2013

Assembleia da rede municipal realizada no dia 28 de agosto no Sepe Campos

No dia 28 de agosto (última quarta) foi realizada mais uma assembleia da rede municipal no auditório do Sepe Campos. A assembleia contou com grande participação da categoria, que se mostrou indignada com o descaso do governo municipal para com a educação de Campos.

Segue abaixo imagens da vitoriosa assembleia:

Professores da rede municipal de Campos
Cristini Marcelino - Coordenadora Geral/ Sepe Campos - defende eleição direta para diretores de escolas e afirma que a lista tríplice não nos contempla.


Sandro - Diretor do Departamento Jurídico - esclarece a categoria sobre os direitos da greve


 O pedagogo Wagner Maia propondo novas ações para o Dia Nacional de Lutas
Professora Graciete Santana na luta por uma educação pública, gratuita e de qualidade


Professor Amaro Sérgio fala sobre assédio moral e repressão dentro das unidades escolares do município