SOS EDUCAÇÃO EM CAMPOS

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quinta-feira, 28 de maio de 2015

Informações referentes ao não desconto dos consignados nos contracheques dos servidores municipais

Em nota, o secretário Fábio Ribeiro informou que devido à substituição do sistema de consignações, os descontos referentes aos empréstimos não foram efetuados nos contracheques dos servidores municipais, o que é no mínimo digno de ser classificado como mais um descaso do poder público para com o funcionalismo.

O secretário solicitou inicialmente que os servidores (que fizeram empréstimo consignado, ou seja, com desconto em folha) fossem até os bancos e realizassem o pagamento via boleto. Mas hoje, Fábio Ribeiro informou que os servidores que não quiserem ir até os bancos (mesmo porque não é obrigação do servidor) podem ficar tranquilos, pois essa parcela será descontada no final do empréstimo.

Vale lembrar que os servidores NÂO tem nenhuma responsabilidade no que tange esses descontos, pois é de responsabilidade da prefeitura realizar os devidos repasses aos bancos e que portanto, se esses repasses e os descontos não foram feitos, o servidor não pode ter nenhum ônus. 

Pagamento de maio sem desconto do consignado


É aconselhável procurar o banco até o dia 10, data em que a Prefeitura faz o repasse (Foto: Secom)

Servidores que tem empréstimo consignado deverão procurar o banco para efetuar o pagamento da parcela através de boleto ou outro serviço. Segundo a Secretaria Municipal de Administração e Gestão de Pessoas, no pagamento deste mês, que começou nesta quarta-feira (27), o empréstimo não será descontado devido à substituição do sistema de consignações. 

É aconselhável procurar o banco até o dia 10, data em que a Prefeitura faz o repasse. Após esse prazo, o servidor corre o risco de ter que pagar juros e multa por atraso. 

Fonte: Portal da PMCG.

domingo, 24 de maio de 2015

Manifestações voltam às ruas

Manifestações voltam às ruas











Educação, Saúde, demissão de terceirizados da Prefeitura de Campos, atraso do Estado no pagamento de bolsas de estudo da Uenf, suspensão do benefício do defeso, além de condições desumanas de moradia, insatisfação com o local provisório do Camelódromo e problemas com o fornecimento de energia e de água em localidades. A insatisfação com o cenário político-econômico nacional também fez com que a presidente Dilma Rousseff fosse alvo de atos em Campos. Estes são alguns dos motivos pelos quais a população foi às ruas este ano em cerca 50 protestos realizados até a última semana, dando sequência a uma série de quase 100 manifestações de 2014.
A maior mobilização contra o governo Rosinha foi marcada na última semana por ameaças de corte de ponto de grevistas da Educação e a reação com um ato na praça São Salvador, que resultou em uma passeata até a Prefeitura. Entre os manifestantes, estavam professores, alunos e responsáveis. O estopim para a série de protestos da categoria ocorreu há 24 dias, quando, na Câmara Municipal, foi aprovado o Plano de Cargos e Salários do Servidor, condicionando o benefício ao não reajuste salarial. O aval do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Campos (Siprosep) também gerou revolta.
Porém, o reajuste salarial não é o único motivo apresentado pelo servidor, principalmente da área de Educação. Os manifestantes reivindicaram melhorias para as escolas e garantias de direitos trabalhistas. No ato, professores, que chegaram a montar barracas para acampar na sede da Prefeitura, receberam promessas de avanços para a categoria, como revisão do Plano de Cargos e Salários, reintegração de funcionários administrativos (porteiros e auxiliares de limpeza). Porém, as conversas sobre o reajuste salarial de 13.1% ficaram para o dia 10 de setembro. A categoria retorna amanhã para as salas de aula, mantendo o estado de greve. Servidores municipais da Saúde, Federação dos Estudantes de Campos (FEC), estudantes da Fundação de Apoio à Escola Técnica (Faetec) e docentes do Instituto Federal Fluminense (IFF) oferecem apoio aos professores.
Se na parte da tarde de sexta-feira a situação foi tensa com o protesto dos educadores, no mesmo dia, pela manhã, carnavalescos já tinham estado em frente à Prefeitura manifestando com uma faixa com a seguinte cobrança: “Cultura do Governo Rosinha: em coma”, se posicionando contrários à suspensão do Carnaval fora de época de 2015. Tanto no caso da falta de reajuste ao servidor, quanto da suspensão do Campos Folia, a alegação do governo Rosinha é uma só: “a crise econômica causada pela desvalorização do barril do petróleo” e queda na arrecadação de royalties e participação especial, que já soma mais de R$ 287 milhões este ano.
Saúde - No protesto da última sexta-feira, servidores da área de Saúde também reforçaram as manifestações. Entre eles, estavam alguns funcionários do Hospital Ferreira Machado (HFM), Postos de Urgência de Guarus e Saldanha Marinho, além do Hospital Geral de Guarus (HGG). O último protesto da categoria aconteceu no HFM no início deste mês. A insatisfação ficou mais uma vez evidenciada pela mobilização de funcionários que utilizaram cartazes para protestar contra cortes nos salários e o que eles classificam de péssimas condições de trabalho, detectadas depois, em uma vistoria realizada por equipe do Ministério Público Federal naquela unidade.

"Fora Dilma" em dois momentos distintos
Os protestos também seguiram mobilização nacional realizada em duas frentes, sendo o primeiro em 15 de março e o outro 12 de abril, contra a presidente Dilma Rousseff. Na primeira manifestação, foram contabilizadas aproximadamente 2 milhões de pessoas espalhadas pelas capitais e principais cidades pelo país. Já em Campos, o primeiro ato contou com cerca de 800 pessoas, que participaram de um ato no Centro, vestidas de verde e amarelo, tendo concentração na Praça São Salvador.
Depois, o grupo participou de uma caminhada pela avenida Alberto Torres, passando também pela José Alves de Azevedo (Beira-Valão) e encerrando o protestos na avenida Pelinca. A mobilização foi liderada por representantes da indústria e do comércio, como Acic e CDL, que exibiram faixas contra a política econômica da presidente Dilma Rousseff. Na ocasião, outro grupo de manifestantes se juntou à caminhada usando palavras de ordem como: “Fora, PT”, “Povo nas ruas, Dilma a culpa é sua”, “De verde e amarelo, sem foice nem martelo”.
Já na segunda manifestação, em 15 de abril, o número de participantes em nível nacional também caiu para cerca de 750 mil pessoas. Em Campos, os manifestantes ficaram em torno de 100, reunidos na pracinha em frente ao Liceu de Humanidades.
Governo do Estado também foi alvo de atos
O Governo do Estado também tem sido alvo constante de protestos em Campos. Na Universidade Estadual do Estadual do Norte Fluminense (Uenf), a primeira manifestação aconteceu no fim de janeiro. Na ocasião, assim como recentemente, alunos se queixaram do atraso das bolsas universitárias, que chegou a ficar sem repasse durante três meses. Bloqueio do acesso à universidade, passeata e até aula pública na praça. Estas foram algumas formas encontradas pelos estudantes para demonstrarem a sua insatisfação.
No último dia 14, as manifestações da Uenf ganharam as ruas. Cerca de 200 manifestantes, entre alunos, docentes e servidores fizeram uma passeata, saindo da universidade, passando pela rodoviária Roberto Silveira e terminando na praça São Salvador. A Secretaria Estadual de Ciência e Tecnologia pagou nessa semana dois meses de bolsas atrasadas (fevereiro e março). E prometeu, a partir deste mês, regularizar a situação.
No entanto, este não foi o único protesto tendo como foco o Estado. No dia 17 de abril, aproximadamente 100 alunos da Escola Técnica Estadual João Barcelos Martins (ETEJBM) foram às ruas para protestar e chamar a atenção das autoridades para os problemas que estariam enfrentando. O grupo saiu em passeata pela avenida Alberto Lamego e seguiu em direção a rua Felipe Uébe e avenida 28 de Março,  onde foi feita uma parada em frente ao Instituto Superior de Educação Professor Aldo Muylaert (Isepam), em Campos.
O protesto foi iniciado após a ameaça do  corte de 80% dos professores contratados, a partir deste mês, o que ainda não foi confirmado.
(D.N.) (R.M.) 

quinta-feira, 14 de maio de 2015

Imagens do ato público unificado dos servidores

Imagens registradas momentos antes do protocolo do ofício solicitando audiência em caráter de urgência com a prefeita Rosinha Garotinho e o secretário Fábio Ribeiro.









Professores municipais de Campos, RJ, estão em estado de greve

14/05/2015 12h13 - Atualizado em 14/05/2015 12h13

Categoria diz entrar em greve de ocupação a partir de segunda-feira (18).
Na quarta (13), servidores protocolaram pedido de audiência com prefeita.

Dulcides NettoDo G1 Norte Fluminense
Sede da Prefeitura de Campos (Foto: Divulgação/Prefeitura de Campos)Sede da Prefeitura de Campos
(Foto: Divulgação/Prefeitura de Campos)
Os professores da rede municipal de Campos dos Goytacazes, no Norte Fluminense, estão em estado de greve desde quarta-feira (13). De acordo com a Coordenadora Geral do Sindicato Estadual dos Profissionais de Educação (Sepe) de Campos, Cristine Marcelino, a decisão foi tomada em assembleia com a presença de mais de 300 funcionários da categoria, que se não for atendida para uma negocição com a Prefeitura, vai entrar em greve por tempo indeterminado a partir desta segunda-feira (18).
Ainda na quarta-feira, os professores, juntamente com representantes de várias categorias do funcionalismo público, protocolaram na Prefeitura o pedido com urgência de uma Audiência Especial com a Prefeita Rosinha Garotinho e também com o secretário de Administração, Fábio Ribeiro.
Os profissionais estão reivindicando Plano de Cargos e Salários total, reajuste salarial, reposição das perdas salariais, condições dignas de trabalho, retorno do Plano de Saúde e vale-transporte, que estão suspensos há quatro meses, para todos os servidores; Auxílio Alimentação no valor de R$ 500; e incorporação da gratificação nos salários dos profissionais.
"A nossa situação está insuportável. Até a próxima sexta-feira (15), estamos conversamos com pais e alunos e expondo as nossa reivindicaçãoes. Na segunda-feira, vamos estar em greve de ocupação, onde os professores irão para as escolas e não vão ministrar aulas", destacou Cristine Marcelino.
"Estamos sem plano de saúde e vale-transporte há mais de quatro meses. A que ponto chegamos. A Prefeitura precisa rever essa situação o mais rápido possivel", declarou a enfermeira Flávia Fechó.

Quando à solicitação da Educação, Fábio Ribeiro explica que na segunda-feira foi apresentada ao Sepe proposta de 100% de aumento de gratificação por regência, neste primeiro ano, e mais 50% no segundo, além de expansão de conquistas do Plano de Cargos implantado para os professores em 2010. No entanto, o secretário ainda não obteve resposta sobre a proposta apresentada.Em nota, a assessoria de Comunicação da Prefeitura disse que, o secretário municipal de Administração e Gestão de Pessoas, Fábio Ribeiro, recebeu documento de um grupo de manifestantes, com total de 22 assinaturas, com solicitações já tratadas pelo sindicato da categoria (Siprosep), que engloba hoje 17 mil servidores. Entre elas, Fábio Ribeiro destaca o Plano de Cargos, Carreira e Salários, incorporação de gratificação, entre outras. O documento pede, ainda, audiência com o secretário, que orienta os servidores a procurarem o Siprosep, já que as negociações estão sendo realizadas desta forma, entre governo e sindicato.

Fonte: Inter TV.

Servidores participam de ato unificado em frente à Prefeitura

Servidores participam de ato unificado em frente à Prefeitura

Após não ter êxito nas reivindicações dos seus direitos trabalhistas na Câmara de Campos, servidores municipais protocolaram quarta-feira (13), um ofício com pedido para uma audiência especial, em caráter de urgência, na Prefeitura de Campos. A ideia é debater a pauta de reivindicações com a prefeita Rosinha Garotinho (PR) e o secretário de Administração e Gestão de Pessoas, Fábio Ribeiro.
Cerca de 50 funcionários de diversos segmentos que compõem o movimento “Servidores em Ação” promoveram um ato unificado em frente à sede do Governo Municipal, até mesmo com um abraço simbólico ao órgão, para reivindicar o reajuste salarial, reposição das perdas salariais e condições dignas de trabalho, dentre outras questões. Profissionais da rede municipal de educação estão em estado de greve por 72 horas, definido em assembleia realizada na noite da última terça-feira (12), que contou com a presença de mais de 300 profissionais. A partir da próxima segunda-feira (18), os funcionários garantem que vão entrar em greve por tempo indeterminado.
— Estamos reivindicando também o retorno do Plano de Saúde e vale-transporte, que estão suspensos há quatro meses, para todos os servidores; Auxílio Alimentação no valor de R$ 500; e incorporação da gratificação nos salários dos profissionais. Podem ter certeza, na próxima segunda-feira estaremos em greve de ocupação, onde os profissionais de educação estarão nas instituições municipais, mas não ministrarão aulas — ressaltou a Coordenadora Geral do Sindicato Estadual dos Profissionais de Educação (Sepe) de Campos, Cristine Marcelino.
Durante o protesto na Prefeitura, que contou também com representantes da Saúde, Guarda Municipal, Administração e outros, a professora Natália Diniz disse que até alimentação estaria em falta nas escolas municipais.
— Mais de 800 profissionais que atuavam nas instituições, como porteiros e auxiliares em serviços gerais foram demitidos, até mesmo os motoristas que faziam o transporte do alimento para as escolas foram dispensados e o serviço está a cargo da direção de cada unidade de saúde. Os professores também fazem a limpeza e recebem os alunos na porta da instituição — destacou a professora.
Por volta das 16h, seis servidores entraram na Prefeitura e tentaram protocolar o ofício na Protocolo Geral do Município, mas o setor funciona apenas das 8h às 15h. Em seguida, os profissionais se dirigiram ao Gabinete da Prefeita e passaram também na secretaria de Administração e conseguiram entregar o documento.
A ideia é buscar uma solução já nos próximos dias para os temas que continuam pendentes como Plano de Saúde, reajuste salarial e Auxílio Alimentação.
A Folha tentou contato com as assessorias de Comunicação e Educação, sem sucesso.
D.N.
Fotos: Michelle Richa e Dulcides Netto

quinta-feira, 7 de maio de 2015

Imagens da manifestação de ontem (dia 06/05) em frente à Câmara!


Ontem foi o 3º dia consecutivo de protestos e manifestações contra o veto do reajuste anual de todo o funcionalismo público de Campos, veto este que foi votado na sessão da Câmara realizada no dia 28 de abril, véspera de feriado, pelos vereadores da base governista e em acordo com o atual presidente do SIPROSEP, Sérgio Almeida. Esse último, afirmou que os servidores municipais optaram pelo PCCS em detrimento do reajuste anual em uma assembleia, no mínimo questionável, pois  a referida assembleia não teve ampla divulgação e nem mesmo foi informado pelo presidente o quantitativo de presentes e nem apresentada nenhuma ata e listagem de presença dos servidores. 

As manifestações iniciaram nesta segunda-feira, com uma grande concentração de funcionários públicos municipais da educação, saúde, guarda municipal e continuaram na terça-feira, onde foi acordado com o Presidente da Câmara, Edson Batista, que na quarta-feira, haveria uma Tribuna Livre, onde 4 representantes do movimento seriam ouvidos na Câmara, acordo esse que não foi cumprido. Pois ontem, dia da Tribuna Livre, apenas 1 representante do Sepe (Sindicato Estadual dos Profissionais da Educação) foi ouvido em cima de um trio elétrico, pois as portas da Câmara estavam mais uma vez fechada. A Câmara , a "Casa das Leis", rasgou a Constituição, a Carta Magna do país, a "Casa do Povo" fechada para o povo! A Câmara estava mais uma vez trancada por cadeados, pois segundo, o presidente da Câmara, ouve denúncias de que a Câmara seria apedrejada pelos manifestantes. Puro denuncismo barato, pois todas as manifestações foram pacíficas!

Além das portas fechadas, os demais representantes dos outros segmentos, foram vetados e não tiveram direito à voz, na referida Tribuna Livre, que mais parecia um comício eleitoral, a julgar pelo quantitativo de comissionados convocados (DAS).

 Mediante tudo isso, várias indagações sem resposta: a bancada governista da Câmara onera o cofre público com a contratação de um trio elétrico da Afonson, a prefeitura de Campos gasta R$ 400 mil em publicidade e quase o mesmo valor em contratação de veículos, resumindo ambas as despesas citadas acima beiram R$ 1 milhão (exceto a contratação do trio, cujo valor até agora não foi divulgado) e no entanto afirmam que a máquina está passando por uma grave crise econômica???
A prefeitura esbanja o dinheiro público e o servidor  é quem vai pagar pela suposta crise dos cofres públicos de Campos???

O reajuste anual dos servidores públicos está previsto no Art. 37 da Constituição Federal, portanto, a Câmara Municipal, o Governo dos "inhos", com o apoio do SIPROSEP, rasgaram a Constituição! O PCCS é um direito do servidor, assim como o reajuste anual, portanto, não é moeda de troca, não é escambo, é LEI! É DIREITO! E tem que ser cumprido! Por isso estamos nas ruas em prol dos nossos direitos e pelo cumprimento da lei.

Nenhum direito a menos!















quarta-feira, 6 de maio de 2015

Coisas de Sucupira


Na fictícia Sucupira, o prefeito Odorico Paraguaçu não tolerava protestos. Para ele, isso era coisa de uma “turma marronzista, calunista, safadista, vagabundista e badernenta”. Para combater as manifestações, ele convocava uma reunião de emergência e solicitava que o seu secretário de estimação, Dirceu Borboleta, tomasse providências. A regra era lotar os espaços públicos de aliados do governo, todos com discursos bem ensaiados. Com isso, Odorico abafava os protestos e criava um fato novo. Se a coisa ficasse muito quente, o Zeca Diabo entrava em cena.
Mas engana-se quem pensa que Odorico não deixou seguidores. Mais de 40 anos após a exibição da novela “O Bem-Amado”, ainda existem grupos que colocam em prática as táticas odoriquianas. Em Campos, o mesmo grupo que promete uma reforma administrativa que moderniza a máquina, segue a cartilha de Odorico. Nesta quarta-feira (06), um “Dirceu Borboleta” esteve na Câmara para ensaiar discursos com o sindicato e ajudou a organizar um ato teatral, com direito a um super trio elétrico do Afonson, o mesmo que desfila no verão da gastança, na praia do Farol de São Thomé. A ideia era abafar o protesto dos servidores municipais e colocar o sindicato para acalmar os manifestantes. Além disso, temendo um protesto mais contundente, a tropa comissionada foi convocada para ocupar espaços no Legislativo.
Para completar, os Odoricos do século XXI lançaram no ar teorias conspiratórias. Segundo os rosáceos, vândalos infiltrados no movimento dos servidores queriam invadir e depredar a Câmara. Ou seja, a mesma tática usada por Odorico contra os “badernentos calunistas” na fictícia Sucupira. É a vida imitando a arte…
E depois ainda se assustam quando as pesquisas mostram o anseio da população por mudanças.
Fonte: Blog do Bastos.

Servidores fazem novo protesto e Câmara fecha as portas

Servidores fazem novo protesto e Câmara fecha as portas

Fotos: Arnaldo Neto e Danielle Macedo
A promessa do presidente da Câmara de Vereadores de Campos, Edson Batista, era de uma Tribuna Livre nesta quarta-feira (6), às 16h, onde seriam discutidas as reivindicações dos funcionários, sendo ouvido pelo menos um representante de cada classe, além do Sindicato dos Profissionais Servidores Públicos Municipais de Campos (Siprosep) e Sindicato Estadual dos Profissionais da Educação (Sepe). No entanto, a Câmara estava fechada e foi alugado um trio elétrico, no qual foram ouvidos apenas os representantes dos sindicatos. Após a fala da representante do Sepe, servidores saíram em protesto e fecharam a BR 101 por cerca de cinco minutos. Nos próximos dias, os servidores municipais devem decidir por uma greve.
Segundo o presidente da Câmara, existe um grupo radical infiltrado entre os servidores, e que esse grupo teria a intenção de depredar o patrimônio. “Enquanto o doutor Edson presidir essa Casa, não vai acontecer isso”, ressaltou Edson Batista.
Pelo terceiro dia consecutivo, servidores municipais se reuniram em ato de protesto contra o corte de direitos trabalhistas. Os servidores organizaram a manifestação após a Câmara de Campos aprovar a implantação do Plano de Cargos e Salários, sob a condição de a Prefeitura não precisar dar o reajuste salarial.
Com adesivos pretos na boca, faixas e cartazes, os manifestantes se reuniram na escadaria da Câmara, de portas fechadas, dividindo o espaço com um pequeno grupo de pessoas que distribuíram panfletos afirmando que “o atual governo foi o que mais fez pelo servidor”.
Na segunda-feira (4), os manifestantes fizeram reunião no Jardim do Liceu, onde ficou decidida uma carreata na terça-feira (5), que teve início na avenida Arthur Bernardes e terminou na Câmara.
Leia aqui e entenda o caso
Fonte: Folha da Manhã.

Servidores protestando hoje em frente à Câmara contra o veto do reajuste anual de todo o funcionalismo público municipal!


terça-feira, 5 de maio de 2015

Atenção, servidores públicos municipais de Campos!

É importante a participação de todos os servidores públicos de Campos amanhã na Tribuna Livre que será realizada na Câmara, onde defenderemos o nosso direito de reajuste anual que foi vetado na sessão do dia 28 de abril pelos vereadores da bancada governista.
Concentração amanhã em frente à Câmara a partir das 12 horas.
A Tribuna Livre está marcada para começar às 16 horas. Vamos unificar e fortalecer mais a luta, convoque todos os servidores públicos municipais e também a população para essa luta.
Todos à Câmara amanhã!
Juntos somos mais fortes!!!

Atenciosamente,

Cristini Marcelino - Sepe Campos.

Fotos do ato realizado hoje em frente à Câmara de Vereadores de Campos











Servidores da Prefeitura de Campos fazem nova manifestação

Data: 05/05/2015 - 19:41:01

Servidores da Prefeitura de Campos fazem nova manifestação

Cerca de 150 manifestantes foram à Câmara de Vereadores e deram um abraço simbólico no prédio






















Cerca de 150 servidores da Prefeitura de Campos realizam uma manifestação contra a anulação do reajuste anual na porta da Câmara de Vereadores no início da noite desta terça-feira (5). O grupo saiu da Avenida Arthur Bernardes em uma carreata e passou pelo Centro até chegar ao destino. O objetivo era entrar na Câmara durante a sessão que acontecia, mas as portas foram fechadas. Debaixo de chuva forte, os manifestantes entoavam palavras de ordem contra o casal Garotinho e Rosinha, mas ressaltavam não ser de nenhum partido político. Veja no vídeo. Durante o ato, os servidores deram um abraço simbólico e cercaram o prédio da Câmara.

A Rua Alberto Torres teve o trânsito interditado e desviado. O microfone usado no ato estava disponível para quem quisesse falar e foi de onde partiram duras críticas contra o atual governo municipal e contra os vereadores que votaram a favor da anulação do reajuste anual dos servidores. Trabalhadores de várias áreas participaram do protesto, mas a maioria era professores e profissionais da saúde.

Com vaias dos presentes, os manifestantes gritaram no microfone os nomes de todos os vereadores que votaram a favor da anulação do reajuste anual. Entre os nomes mais falados, estavam o da vereadora Auxiliadora Freitas. Professora e ex-secretária de educação, a atual vereadora foi chamada até de “traíra” pelos educadores, que ainda cantaram um trecho da música Vou Festejar, onde diz “Você pagou com traição a quem sempre te deu a mão”.

“Queremos a efetivação do plano de cargos e salários. Atualmente, se um servidor fizer um curso de mestrado não recebe nenhum aumento por isso. Não temos nenhuma valorização”, afirmou um dos líderes da manifestação, o servidor público Alexis Sardinha.

“Nosso último ajuste no auxílio alimentação foi em 2010. Tem dinheiro para as outras coisas, mas para valorizar o servidor não tem”, desabafou a professora Cláudia Gouveia.

“Nós temos a sensação de desrespeito e impotência”, reclamou o professor Helmar Oliveira, após ser impedido de entrar na Câmara.

Representantes do ato recebidos - Enquanto os manifestantes gritavam palavras de ordem do lado de fora da Câmara, alguns representantes do grupo conseguiram entrar e falar com o presidente da casa, Edson Batista. Na conversa, ficou combinado que representantes do grupo vão participar da sessão desta quarta-feira (6) para discutir o assunto.

Vereadores conversam com manifestantes fora da casa - Enquanto isso, fora da casa os vereadores da oposição Rafael Diniz, José Carlos, Marcão e Fred Machado conversaram com os manifestantes e declararam apoio à causa.

Vereador impedido de falar - Já no final do ato, o vereador Luiz Alberto Neném saiu da Câmara e tentou usar o microfone dos manifestantes para falar com o público. Ele tentou explicar que estava arrependido pelo voto e foi induzido ao erro. Durante a fala, o vereador foi vaiado e teve o microfone tirado das mãos. “Repudiamos esta fala e pegamos o microfone da mão dele. Nós não damos carona no nosso movimento”, disse a professora Cláudia Gouveia.

Vereadores que votaram a favor da anulação do reajuste: Os organizadores da manifestação aproveitaram a ocasião para lembrar os nomes dos vereadores que foram favoráveis à exclusão do reajuste anual dos servidores: Albertinho, Altamir Bárbara, Álvaro César, Auxiliadora Freitas, Cecília Ribeiro Gomes, Dona Penha, Abdu Neme, Edson Batista, Genásio, Gil Viana, Magal, Kellinho, Mauro Silva, Miguelito, Nenem, Ozéias e Tiago Virgílio. A cada nome citado, os servidores acompanhavam com vaias.

Fonte: Terceira Via.