SOS EDUCAÇÃO EM CAMPOS

O Blog tem por objetivo ser um espaço aberto para a divulgação de notícias sobre educação, sociedade e cidadania em Campos e região. Tendo como referência a educação como principal fonte de promoção da cidadania.

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Ao profissional da Educação, com carinho

“A educação não pode temer o debate sob pena de ser uma farsa”

Paulo Freire


Paulo Freire afirmava que ser educador e não lutar é uma contradição pedagógica. A frase do mestre, autor de uma proposta pedagógica que revolucionou a educação no Brasil e influenciou práticas educacionais no mundo inteiro, é bastante apropriada neste momento de luta dos profissionais das redes estadual e municipal e da passagem de mais um Dia do Educador, no qual a intolerância dos governos estadual e municipal faz com que pouco tenhamos a comemorar.
Desde o dia 8 de agosto, estas redes estão na rua, denunciando para a população as políticas pedagógicas que visam a destruição da educação e reivindicando do governador Sérgio Cabral e do prefeito Eduardo Paes garantias para que a escola pública possa funcionar melhor.
Mesmo debaixo das bombas da polícia do governador e das nuvens de gás de pimenta e lacrimogêneo utilizados contra as nossas manifestações, os educadores das escolas públicas estaduais e municipais têm dado um exemplo maior de cidadania, enfrentando, com sobriedade e valentia, as mais diversas adversidades que a intransigência dos governos proporciona.
Os governos do Estado e do Município do Rio atacam educadores de um jeito tal qual a ditadura militar fez. A ameaça de um inquérito por abandono de cargo por conta de uma greve que tem repercussão internacional é a expressão dessa política truculenta. O monitoramento dos profissionais em greve e a criminalização do nosso movimento são inconcebíveis em um Estado de direito.

A greve dos profissionais de educação, além de reivindicar justas melhorias salariais, pretende qualificar todo o processo pedagógico, recuperando a infraestrutura das escolas e, acima de tudo, valorizando a profissão do educador.
Desta forma, a luta dos profissionais de educação deve ser considerada como uma qualidade inerente à categoria do educador. Categoria que, neste preciso momento, além da firmeza com que defende as suas reivindicações, reveste-se, também, de muita coragem para enfrentar a violência repressora dos governos, que parecem desconhecer, em todos os sentidos, a grandeza e o conceito da Educação.

Se vivo fosse, o mestre Paulo Freire concordaria com a nossa luta e nos apoiaria. Parabéns a todos e todas que estão nesta luta por uma Educação pública gratuita, em especial os professores e funcionários de todas as redes públicas do Estado do Rio de Janeiro.


Uma pergunta que não quer calar: Qual é o presente que Cabral e Paes darão aos profissionais da educação nesse dia 15 de outubro?

Justiça suspendeu a cassação da Carta Sindical do Sepe

Em outra decisão tomada na noite de hoje, o Tribunal Regional doTrabalho de Brasília concedeu liminar para o Sepe e suspendeu a cassação do registro sindical do Sepe. Na decisão de hoje, o desembargador que concedeu a liminar ainda fez uma boa conexão do assunto com as greves atuais nas redes municipal e estadual e o papel do Sepe como legítimo representante dos profissionais das escolas públicas do Rio de Janeiro.

Esclarecimento sobre a decisão do Supremo Tribunal Federal

O SEPE informa que ingressou com Reclamação no STF contra a decisão do Órgão Especial do TJ/RJ que havia permitido o corte de ponto dos servidores do Estado. O ministro Luiz Fux concedeu liminar suspendendo os efeitos desta decisão e convocou para a audiência do dia 22 de outubro não apenas o Estado e sua procuradoria como também a Prefeitura e sua procuradoria. A mesma Reclamação não fora apresentada no processo do Município do Rio porque estamos aguardando a publicação do acórdão que autoriza o corte de ponto. Após tal publicação, peticionaremos no STF pedindo a extensão da liminar também ao processo do Município do Rio.

Assembleia da rede estadual decide pela continuidade da greve

A assembleia da rede estadual votou pela continuidade da greve inicada no dia 8 de agosto. Mais de 500 profissionais da educação estiveram presentes na assembleia realizada no Clube Municipal. A próxima assembleia foi marcada para o dia 24 de outubro (quinta-feira), às 14, em local a confirmar.


A categoria reivindica reajuste de 20%, melhores condições de trabalho, 30 horas semanais para funcionários, democracia nas escolas – eleição para diretor de escola, fim do plano de metas e do projeto Certificação e a derrubada do veto do governador Sérgio Cabral ao artigo do Projeto de Lei 2.200, que garante uma matrícula de professor em apenas uma escola.

quarta-feira, 9 de outubro de 2013

Ato unificado amanhã às 10 horas!

Amanhã será realizado um ato unificado das redes estadual, municipal (Rio) e FAETEC às 10 horas no Largo do Machado com Marcha ao Palácio Guanabara e Palácio da Cidade.

Todos amanhã ao grande ato!!!

terça-feira, 8 de outubro de 2013

GREVE NA REDE ESTADUAL CONTINUA: NESTA QUARTA (DIA 9/10) TEM ATO NA ALERJ

Em assembleia realizada no Clube Municipal, os profissionais das escolas estaduais, em greve há dois meses, decidiram pela continuidade da paralisação por tempo indeterminado. Os motivos da continuidade da greve iniciada no dia 8 de agosto foi a falta de disposição do governo estado em abrir negociações ou apontar para o atendimento da pauta de reivindicações da categoria. A plenária decidiu fazer um ato nesta quarta-feira (dia 9), nas escadarias da Alerj, a partir das 14h, com o objetivo de pressionar os deputados a abrirem um canal de  negociação com o governo estadual.

Veja o calendário de mobilização:

quinta-feira (dia 10): ato unificado com a FAETEC, no Largo do Machado, seguido de passeata até o Palácio Guanabara, a  partir das 10h.

terça-feira (dia 15/10): Ato às 17h, com passeata da Candelária até a Cinelândia, finalizando na Alerj.

16/10: Assembleia geral, às 14h, em local a confirmar.

segunda-feira, 7 de outubro de 2013

Profissionais da Educação inicam passeata no ato contra a violência policial

Milhares de profissionais da educação iniciaram, agora, a passeata das redes estadual e municipal em direção à Cinelândia no ato contra a a violência policial dos governos Cabral e Paes. Organizada pelo Sepe, o ato conta com a participação de diversas entidades da sociedade civil. A passeata transcorre pacificamente e a população manifesta seu apoio aos educadores com uma chuva de papel picado lançado do alto das janelas dos prédio da Av. Rio Branco.

Rede Estadual faz assembleia nesta terça-feira

Em greve, desde o dia 08 de agosto, os profissionais da rede estadual de educação fazem nesta terça-feira, às 14h, no Clube Municipal, a assembleia da categoria, que decidirá os rumos da mobilização.

sexta-feira, 27 de setembro de 2013

Lista de e-mail dos deputados estaduais: envie mensagens para os deputados reivindicando a negociação imediata

Neste momento da mobilização da greve da rede estadual é importante que a categoria envie emails para os deputados, solicitando a intervenção deles junto ao governo do estado para que as negociações com a categoria sejam reabertas. A participação de cada um é importante para que os parlamentares ajudem a pressionar o governo a atender as nossas reivindicações.


Clique aqui para ver o documento com os e-mails dos deputados estaduais.

A greve continua, Cabral a culpa é sua!!!

REDE ESTADUAL DECIDE PERMANECER EM GREVE - ASSEMBLEIA SERÁ NA QUARTA

A assembleia da rede estadual, que está sendo realizada no Clube Municipal, na Tijuca, acaba de decidir pela continuação da greve - o calendário está sendo discutido agora.

Acréscimo: a próxima assembleia será na quarta-feira (dia 2/10), em local a confirmar.

terça-feira, 24 de setembro de 2013

Manifestação da rede municipal de Campos realizada ontem (dia 23)


Para visualizar, clique na imagem para ampliá-la.

Unidade Classista apoia a mobilização do profissionais de educação da rede municipal de Campos

Foi realizada ontem, mais uma grande manifestação da educação de Campos em prol dos direitos da categoria. A Unidade Classista demonstrou o seu apoio ao movimento que é legítimo, como sempre fez em todas as lutas da rede municipal, sempre se fazendo presente em todos os anseios dos profissionais.
Em reunião extraordinária, a direção majoritária do Sepe Campos, que é composta pela CUT/PT, deliberou que o sindicato, representante legal dos profissionais de educação do município abandonaria à categoria à sua própria sorte, uma atitude omissa e arbitrária. Pois o sindicato é uma ferramenta de luta do trabalhador! A Unidade Classista, que faz parte do campo minoritário do Sepe Campos, juntamente com a Intersindical, foram veementes na defesa da categoria e estiveram presentes no ato público e prontos para participarem da audiência que fora marcada com a secretária de educação Marinéa Abud desde o dia 30 de agosto. No entanto, a direção majoritária do Sepe (CUT) encaminhou ofício à SMECE, na manhã de ontem cancelando a referida audiência e atravancando  a luta da categoria.
Centenas de profissionais aguardavam à audiência e como o governo municipal não cumpriu com o acordo firmado, a categoria fechou as duas vias da Av. 28 de março em frente à SMECE e depois fez uma grande passeata até à BR 101, culminando também com o fechamento da rodovia federal.

Segue abaixo imagens do movimento em frente à SMECE:





















 


Professores bloqueiam principal avenida de Campos, no RJ

Professores da rede municipal de ensino bloquearam a avenida 28 de Março na tarde desta segunda-feira (23) em Campos dos Goytacazes, no Norte Fluminense. De acordo com o professor Sandro Fabiano, diretor jurídico do Sindicato Estadual dos Profissionais de Educação do RJ (SEPE), uma audiência estava marcada para as 15h, mas os professores não foram recebidos pelos responsáveis pela secretaria.
A Polícia Militar (PM) foi acionada para auxiliar na movimentação de aproximadamente 200 professores. A Guarda Civil Municipal está desviando o trânsito no entorno. Os motoristas que seguem pela avenida Alberto Torres precisam pegar o acesso à BR-101. Os que seguem pela avenida 28 de Março e precisam ter acesso ao bairro Pecuária e Nova Brasília estão sendo aconselhados a seguir pela rua Tenente Coronel Cardoso até o Centro e, então, acessar a avenida XV de Novembro.
Por meio de nota, a secretaria municipal de Educação informou que a audiência solicitada pelo SEPE foi cancelada pelo próprio órgão através de um ofício. Informou também que serão pagos 10% de regência, ou seja, aos professores responsáveis por turmas e os 100% de aumento aos profissionais de educação do Regime Especial de Trabalho (RET).

Fonte: G1.

Em estado de greve, professores param a BR 101 e decidem usar preto

Professores da rede municipal de ensino estão em estado de greve. A decisão foi tomada na tarde dessa segunda-feira (23), em assembleia em frente a secretaria de Educação, após o governo municipal não atender representantes do Movimento Educadores de Campos em Luta e dois diretores de Sindicato Estadual dos Profissionais em Educação (Sepe). A audiência estava marcada para acontecer na segunda, às 15h. Desde às 14h, utilizando um trio elétrico, cerca de 500 profissionais se manifestaram em frente a sede da secretaria. No fim da tarde, os profissionais fecharam a BR-101 por 30 minutos, entre o cruzamento da avenida Alberto Torres com a rua Rocha Leão. Ex-guardas civis municipais, afastados em 2008, apoiaram a manifestação e reivindicaram para que a situação da categoria seja atendida pela prefeitura. Nessa terça-feira, os manifestantes, ex-guardas e professores, devem se reunir novamente em frente à Câmara de Vereadores de Campos, às 17h.
De acordo com a representante do Movimento Educadores de Campos em Luta, Joailda Corrêa, os profissionais voltarão a se reunir, em assembleia, no próximo dia 1º, às 18h, no Instituto Federal Fluminense (IFF) e durante o estado de greve, os profissionais estarão de preto, simbolizando o luto na educação. “As escolas não têm material de limpeza, alimentação e estão caindo aos pedaços. Queremos uniformes, merenda e educação de qualidade par os nossos alunos. Além disso, propomos reajuste salarial, infraestrutura e dignidade aos profissionais”, relatou Joailda.
A secretária municipal de Educação, Cultura e Esportes, Marinéa Abude, informou que a audiência foi cancelada depois que o Sepe enviou ofício informando que não compareceria, sem justificar os motivos. Sobre a questão salarial, o secretário de Administração e Gestão de Pessoas, Fábio Ribeiro, informou que o piso salarial dos professores da rede é superior ao piso nacional. Além disso, outros benefícios estão sendo concedidos como 10% de regência e os 100% aos profissionais de Educação do Regime Especial de Trabalho (RET). Sobre investimentos em infraestrutura, 17 novas escolas e creches foram construídas e cerca de 190 unidades estão sendo recuperadas. O município também investe em material didático, uniforme e merenda de qualidade. Sobre falta de material, a informação não procede. “A prefeitura realizou concurso público para vagas reais e já convocou mais de 600 aprovados e realizou processo seletivo para preenchimento de vagas temporárias, além de ter implantado o Plano de Cargos e Salários”, disse a nota.

Ex-guardas também estiveram no protesto
Junto à manifestação dos professores, ex-funcionários da Guarda Civil Municipal, afastados do cargo desde 2008, reivindicaram que não receberam os direitos trabalhistas, como rescisão, Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) ou férias, após o afastamento da função. Os profissionais tentam há anos re-verter a situação para receber os seus direitos.
De acordo com o presidente da Associação de Apoio aos Servidores Seletivos do Município de Campos, Jorge Viveiros, os guardas têm a carteira assinada como funcionário público e ainda possuem matrícula na prefeitura.
A Secretaria Municipal de Administração e Gestão de Pessoas informou que o município recebeu, em agosto de 2008, determinação judicial para o desligamento dos servidores arrolados em contrato irregular. O município cumpriu a decisão judicial, porque ordem judicial tem que ser cumprida.
Dulcides Netto
Valmir Oliveira

Sepe dividido?


O Sepe de Campos parece estar vivendo uma de suas maiores crises. Há dias, numa assembléia, a direção majoritária teria optado por se retirar das negociações com a prefeitura. Outras correntes do sindicato, porém, querem continuar junto à mesa de negociações.
Sem consenso, a majoritária enviou hoje à Prefeitura de Campos, ofício cancelando a audiência marcada para a tarde.
“Não concordamos com a decisão e vamos levar a questão à direção estadual do Sepe”, afirma o diretor jurídico do sindicato, Sandro Fabiano de Paulo.
Enquanto isso, a categoria segue fazendo manifestações e a prefeitura divulgando seus benefícios aos professores, como os  10% de regência (enquanto a luta é por 40%)
O espaço está aberto à direção majoritária, se desejar falar sobre o assunto.

Fonte: Blog Na Curva do Rio.

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

Visitas às escolas estaduais divulgando à GREVE









Assembleia local da rede estadual

 No dia 19 de setembro foi realizada mais uma assembleia da rede estadual no Sepe Campos para definir os rumos da greve estadual em Campos. Contamos com a presença de representantes de várias escolas estaduais, aprovamos um calendário de atividades e criamos um comando de greve local, que realizará visitas às escolas afim de mobilizar à categoria.
Nesta quinta-feira estarei realizando visitas às escolas estaduais João Pessoa e José do Patrocínio. Convido aos demais profissionais de educação que estejam em greve, para nos acompanhar nessa mobilização às unidades que ainda não aderiram ou que só aderiram parcialmente. Aguardo contato, através de comentários ou e-mail disponibilizado no Blog.
 Segue abaixo as fotos da última assembleia local:











 


ATENÇÃO: NÃO ASSINE QUALQUER NOTIFICAÇÃO DA SEEDUC APRESENTADA PELA DIREÇÃO DE SUA ESCOLA SOBRE A GREVE

Os profissionais de educação da rede estadual estão totalmente resguardados pela liminar do Sepe concedida pelo Supremo Tribunal Federal (STF), que impede qualquer tipo de retaliação à greve iniciada no dia 8 de agosto.

ESTA LIMINAR GANHA PELO SEPE CONTINUA EM VIGOR.

A Seeduc faz terrorismo ao induzir os profissionais a assinarem uma notificação, em que cita um processo do governo do estado em que é aplicada uma multa ao sindicato. Ou seja, essa multa não atinge, individualmente, qualquer profissional.

O SEPE ORIENTA: NÃO ASSINE QUALQUER NOTIFICAÇÃO DA SEEDUC APRESENTADA PELA DIREÇÃO DE SUA ESCOLA SOBRE A GREVE.

Nesta sexta, convocamos a categoria a participar do ato/passeata, a partir das 12h, da Candelária até a Alerj, onde ocorrerá uma assembleia.

Profissionais do estado, em greve, realizam atividades contra o Saerj

Amanhã e quarta-feira (dias 24 e 25), os profissionais de educação da rede estadual farão manifestações contra o Saerjinho, o Sistema de Avaliação Bimestral da Seeduc. A rede estadual está em greve desde o dia 8 de agosto e uma das reivindicações é o fim das avaliações externas e do plano de metas da Seeduc.

O Sepe esclarece que não é contrário a qualquer avaliação diagnóstica que tenha por objetivo identificar problemas no processo ensino aprendizagem para melhorar a qualidade da educação. O problema é que o Saerjinho é uma avaliação classificatória que pretende estabelecer salários diferentes de acordo com a produtividade de cada escola, desconhecendo que este sistema já deu errado em vários lugares como Chile, EUA ou São Paulo, por exemplo. E já deu errado aqui no Rio também com o Programa Nova Escola, que foi um tremendo fracasso.

Acreditamos que a educação é um direito de todos e dever do Estado. Estabelecer uma lógica produtivista na educação é esquecer que a escola não é fábrica, que a riqueza do processo educativo depende de muitas coisas além do esforço dos professores e funcionários, que não haverá qualidade na educação enquanto as condições de trabalho forem tão ruins.

A verdade é que essa política meritocrática sempre vai deixar de fora a maioria dos profissionais. Bonificação não é valorização salarial. E pode ser retirada a qualquer momento! Queremos reajuste salarial para todos! O que o governo quer esconder e maquiar é que a grande maioria de professores continua a receber um salário muito baixo.

É preciso denunciar o que a SEEDUC esconde. O Plano de Metas (do qual o Saerjinho faz parte) tenta culpar o profissional da educação por tudo o que acontece na escola. Não somos contra o Saerj para impedir um diagnóstico, pois nós profissionais da educação fazemos isso o tempo todo. Somos contra porque não podemos aceitar que a educação pública seja encarada como uma mercadoria vendida a preços diferentes dependendo das condições do “negócio”. Educação de qualidade é direito de todos!

A verdade é que essa avaliação autoritária, que não leva em conta a realidade da comunidade escolar e a formação dos alunos, tenta mascarar a falta de investimento do governo do estado na educação da escola pública; tenta mascarar a falta de reajuste salarial para os profissionais de educação! Uma avaliação que visa o desvio de verba pública para a rede privada - verba que deveria ser garantida para a escola pública, que atende aos filhos dos trabalhadores.

Participe das manifestações contra o Saerj que ocorrerão nesta terça e quarta-feiras!