SOS EDUCAÇÃO EM CAMPOS
O Blog tem por objetivo ser um espaço aberto para a divulgação de notícias sobre educação, sociedade e cidadania em Campos e região. Tendo como referência a educação como principal fonte de promoção da cidadania.
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domingo, 24 de março de 2013
"Redação do miojo" gera piadas com Enem; site "incrementa" textos com receita
A redação de um estudante que conseguiu 560 pontos no Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) incluindo uma receita de macarrão instantâneo continua a gerar uma série de piadas na internet.
A última é o site miojoipsum.com que ajuda o autor a "incrementar" seus textos incluindo até seis parágrafos de receita de miojo.
"Agora você pode incrementar redações, trabalhos escolares e até mesmo monografias com um texto aprovado pelo Ministério da Educação", diz a descrição da página.
Nas redes sociais, a "redação do miojo" tem sido fonte de inspiração para diversos memes, veja dois deles:
Fonte: Educação Uol.
sábado, 23 de março de 2013
Cultura vale ou não vale?
Folha da Manhã
Quantos campistas vão com frequência ao cinema ou ao teatro? Se são poucos, pode-se saber que essa realidade não é apenas da Planície. A partir do for-te argumento de que a maioria da população brasileira não vai ao cinema, não conhece museus e nunca assistiu a um espetáculo de dança, o Ministério da Cultura (Minc) veicula um vídeo em seu site oficial utilizando esse dado para justificar a importância do Vale Cultura, subsídio a ser concedido para o consumo cultural, ainda neste ano, aos trabalhadores que recebem até cinco salários mínimos. Nesse contexto, a ministra Marta Suplicy chegou a ventilar a hipótese de o benefício poder ser utilizado também no pagamento de mensalidades de TV por assinatura, o que logo recebeu severas críticas por parte de produtores culturais.
Em Campos, essa possibilidade também foi rechaçada por alguns profissionais da área. Após a polêmica, a ministra declinou de sua intenção.
Segundo o advogado Allan Rocha, o Vale Cultura é um projeto de inclusão cultural por meio da distribuição de R$ 50 para aquisição de livros, filmes e outros bens culturais clássicos. Para ele, abrir o uso do Vale Cultura para pagamento de TV por assinatura seria um retrocesso.
— O Vale se tornaria mais um instrumento de financiamento da industrial cultural tradicional, que não mais se sustenta e que depende de verba pública para sobreviver. E detalhe: são em sua maioria multinacionais. Então, pagaríamos para sustentar a existência de empresas estrangeiras moribundas. A possibilidade de usá-lo para pagar TV por Assinatura é, talvez, o exemplo mais grotesco deste desvirtuamento — disse.
O produtor cultural Fernando Rossi considera que o Vale só será significativo se houver formas de garantir que ele seja utilizado para consumir cultura.
“O Vale Cultura é uma iniciativa interessante, mas, é necessário que essas pessoas consumam cultura mesmo, que ele venha para estimular o público a assistirem espetáculos de dança, música e teatro. Não se pode permitir que funcione como uma moeda de troca, do gênero vale transporte que é trocado por qualquer outra coisa. Ele é importante dar possibilidades à população, que muitas vezes não podem ter acesso aos eventos culturais por falta de condições financeiras”, argumentou.
De modo semelhante pensa o teatrólogo Antonio Roberto Ka-pi: A princípio o Vale Cultura é válido e importante. Penso que corre o risco de ser mal administrado, de vir a servir ao consumo de descartáveis. Para que não seja mais um mecanismo falho, é necessário trabalhar o que é cultura de fato, ou ficaremos na mesma mixórdia. O Vale tem que beneficiar o indivíduo — artista e consumidor — não as empresas. A questão requer maior discussão”, disse.
Sobre o fato de o projeto prever ainda uma renúncia fiscal de R$ 500 milhões, Allan Rocha acredita que fará falta em áreas carentes de financiamento. “Esse é um exemplo de mau uso de dinheiro público. O valor que o governo tem para investir na área cultural através do financiamento de projetos é de apenas 40% deste montante. Faltam bibliotecas, cinemas, teatros, enfim, espaços públicos de difusão cultural. Além da falta de conservação de grande parte do patrimônio cultural imóvel. Este dinheiro, anualmente, resolveria inúmeros destes problemas, mas está sendo muito mal direcionado”, acrescentou.
Talita Barros
Campos paga e Neco anuncia reajuste salarial
Folha da Manhã
Na segunda-feira, a Prefeitura de Campos vai injetar na economia R$ 51 milhões em pagamentos dos servidores municipais ativos e inativos. Porém, na região produtora de petróleo da Bacia de Campos, é o prefeito de São João da Barra, José Amaro de Souza, o Neco, que sai na frente nas negociações para o aumento do funcionalismo municipal e enviou ao Legislativo o projeto de lei que prevê o aumento de 12% para ser votado na próxima segunda- feira, 25. O aumento salarial vai ser concedido já no pagamento de março, que acontece no dia 28, se aprovado. No ano passado o aumento em São João da Barra foi de 14.13%, contra os 5.1% de Campos. A prefeita de Campos, Rosinha, geralmente, anuncia o aumento no mês de maio.
Segundo o secretário de Fazenda de São João da Barra, o índice deste ano é maior que o do Governo Federal, que concedeu reajuste na casa dos 9%. Com o aumento de 12%, o menor salário pago pela Prefeitura será de R$778,68 maior que o mínimo do governo federal, que é de R$678,00 e o estadual, que é de R$763,14. Em 2012 o menor salário pago pela Prefeitura era de R$695,25.
— Fizemos um estudo para ver como seria o impacto financeiro orçamentário nas contas da prefeitura e vimos que era sim possível conceder esse percentual de reajuste — explicou o secretário da pasta, Júlio César Nunes.
Dinheiro na conta — Em Campos, segundo o secretário de Planejamento e Gestão (Seplag), Fábio Ribeiro, o pagamento dos servidores será antecipado em virtude do feriado prolongado da Semana Santa.
No primeiro dia serão pagos R$ 15,4 milhões aos funcionários de matrícula 0, 1 e 2. Na terça-feira (26), recebem os servidores com finais de matrícula 3, 4 e 5, totalizando R$ 20,5 milhões. E no último dia de pagamento, receberão os servidores com finais de matrícula 7, 8 e 9, totalizando R$ 15,3 milhões.
Reajuste - Em Campos, o aumento salarial dos servidores ainda não foi anunciado. No ano passado ele ocorreu no mês de maio diante de uma série de críticas após ter ficarem 5,1%. A discussão foi esquentada quando vereadores se deram 61,8% de reajuste.
Dora Paula Paes
CABRAL QUER ACABAR COM CARGOS NAS ESCOLAS E ABRE GUERRA COM FUNCIONÁRIOS ADMINISTRATIVOS
O governador Sérgio Cabral enviou à Assembleia Legislativa projeto de Lei (PL nº 2055/13) que acaba com os cargos de merendeiras, serventes, vigias e zeladores da Secretaria de Estado de Educação (SEEDUC). O despacho do Poder Executivo estadual já chegou à Alerj e, por ser uma mensagem enviada pelo governador, entra imediatamente em regime de urgência de votação. O Sepe alerta os profissionais de educação: não podemos aceitar a aprovação de tal projeto, que comprova o total desprezo e falta de compromisso do governador e do secretario de Educação, Wilson Risolia, para com os funcionários administrativos e para com o funcionamento das unidades da rede estadual.
Funcionários devem ficar atentos ao dia da votação do projeto
O sindicato já tem a cópia do texto do PL e vai procurar os deputados, na Alerj, para impedir a aprovação do projeto original. O sindicato também já começou a analisar as medidas jurídicas cabíveis para barrar mais este ataque do governador às escolas públicas.
No texto, o governador mostra todo o seu descaso com o serviço público, privilegiando a iniciativa privada, quando justifica o PL da seguinte forma: “A terceirização dos serviços por meio de empresas especializadas, além de permitir a execução do serviço de forma mais eficaz, reduz o custo advindo da sua prestação”. Esta afirmação cai por terra quando sabemos das diversas denúncias contra o governo Cabral de superfaturamento em licitações diversas, além de favorecimento à empresas cujos donos são próximos do convívio do governador, como a própria imprensa noticiou.
Já neste outro trecho do PL, Cabral ataca a instituição do concurso público: “O provimento de novos cargos, mediante a realização de concursos públicos, importa na criação de despesas com a remuneração dos servidores e com o custeio dos encargos sociais respectivos, de caráter assistencial e previdenciário” - não concordamos em absoluto com esta justificativa! O concurso, lembramos, existe exatamente para tornar mais transparente, democrática e efetiva a administração pública.
A remoção dos funcionários concursados e a sua substituição por terceirizados já vem ocorrendo desde dezembro do ano passado, sem maiores justificativas por parte da SEEDUC.
As escolas estaduais vêm sofrendo um processo de sucateamento neste governo, que prejudica o dia-a-dia da comunidade escolar.
Também alertamos que a entrada de empresas privadas não só nos serviços de limpeza e administração, mas também na própria linha pedagógica pode inviabilizar a escola pública de qualidade.
Os profissionais de educação da rede estadual estão em campanha salarial e lutam por um piso salarial de cinco salários mínimos (R$ 3 mil) para o professor e de 3,5 salários (R$ 2 mil) para o funcionário; a categoria, na assembleia do dia 21, também aprovou o estado de greve - uma prontidão para entrar em grave por tempo indeterminado a qualquer momento.
Nos dias 16, 17 e 18 de abril ocorrerá uma greve de advertência de 72 horas e a retirada do PL 2055 da pauta da Alerj já passa a constar na pauta de reivindicações da categoria.
Tão logo seja marcada a votação do projeto, o sindicato vai convocar os funcionários para uma ida à Alerj e barrar mais este ataque aos profissionais da rede estadual.
Diretoria do Sepe
Leia o PL 2055
Funcionários devem ficar atentos ao dia da votação do projeto
O sindicato já tem a cópia do texto do PL e vai procurar os deputados, na Alerj, para impedir a aprovação do projeto original. O sindicato também já começou a analisar as medidas jurídicas cabíveis para barrar mais este ataque do governador às escolas públicas.
No texto, o governador mostra todo o seu descaso com o serviço público, privilegiando a iniciativa privada, quando justifica o PL da seguinte forma: “A terceirização dos serviços por meio de empresas especializadas, além de permitir a execução do serviço de forma mais eficaz, reduz o custo advindo da sua prestação”. Esta afirmação cai por terra quando sabemos das diversas denúncias contra o governo Cabral de superfaturamento em licitações diversas, além de favorecimento à empresas cujos donos são próximos do convívio do governador, como a própria imprensa noticiou.
Já neste outro trecho do PL, Cabral ataca a instituição do concurso público: “O provimento de novos cargos, mediante a realização de concursos públicos, importa na criação de despesas com a remuneração dos servidores e com o custeio dos encargos sociais respectivos, de caráter assistencial e previdenciário” - não concordamos em absoluto com esta justificativa! O concurso, lembramos, existe exatamente para tornar mais transparente, democrática e efetiva a administração pública.
A remoção dos funcionários concursados e a sua substituição por terceirizados já vem ocorrendo desde dezembro do ano passado, sem maiores justificativas por parte da SEEDUC.
As escolas estaduais vêm sofrendo um processo de sucateamento neste governo, que prejudica o dia-a-dia da comunidade escolar.
Também alertamos que a entrada de empresas privadas não só nos serviços de limpeza e administração, mas também na própria linha pedagógica pode inviabilizar a escola pública de qualidade.
Os profissionais de educação da rede estadual estão em campanha salarial e lutam por um piso salarial de cinco salários mínimos (R$ 3 mil) para o professor e de 3,5 salários (R$ 2 mil) para o funcionário; a categoria, na assembleia do dia 21, também aprovou o estado de greve - uma prontidão para entrar em grave por tempo indeterminado a qualquer momento.
Nos dias 16, 17 e 18 de abril ocorrerá uma greve de advertência de 72 horas e a retirada do PL 2055 da pauta da Alerj já passa a constar na pauta de reivindicações da categoria.
Tão logo seja marcada a votação do projeto, o sindicato vai convocar os funcionários para uma ida à Alerj e barrar mais este ataque aos profissionais da rede estadual.
Diretoria do Sepe
Leia o PL 2055
sexta-feira, 22 de março de 2013
Governo do Estado quer extinguir os cargos de serventes, merendeiras e inspetores de alunos
O Governo do Estado enviou o Projeto de
Lei nº 2005/13, que trata da extinção dos cargos de serventes, merendeiras e
inspetor de alunos. Caso aprovado, a terceirização para esses setores estará
formalizada.O governo estará desobrigado de fazer concurso público, terá mais
força ainda para remover as merendeiras de suas escolas de origem.
A
Comissão de Educação se
comprometeu em avisar-nos quando o despacho for para votação. Deve ser votado já
na próxima semana, pois como foi enviado pelo Executivo, é votado em regime de
urgência.
Profissionais da rede estadual participaram da Marcha da Educação no dia 21 de março
Os profissionais das escolas estaduais, que fizeram paralisação de 24 horas no dia 21 de março, participaram da Marcha em Defesa da Educação, organizada pelo Fórum Estadual em Defesa da Escola Pública, no Centro do Rio. Depois da marcha, o Sepe organizou uma aula pública nas escadarias da Alerj para denunciar o descaso dos governos federal, estadual e municipais para com a educação pública.
Fonte: Sepe RJ.
Pagamento dos servidores na próxima semana
Por Telmo Filho
Com o pagamento dos servidores municipais ativos e inativos, que terá início na próxima segunda-feira (25) e prosseguirá até quarta-feira (27), a Prefeitura de Campos estará injetando mais de R$ 51 milhões na economia local. Segundo o secretário de Planejamento e Gestão (Seplag), Fábio Ribeiro, o pagamento será antecipado em virtude do feriado prolongado da Semana Santa.
No primeiro dia serão pagos R$ 15,4 milhões aos funcionários de matrícula 0, 1 e 2. Na terça-feira (26), recebem os servidores com finais de matrícula 3, 4 e 5, totalizando R$ 20,5 milhões. E no último dia de pagamento, receberão os servidores com finais de matrícula 7,8 e 9, totalizando 15,3 milhões.
O secretário ressaltou que o objetivo do governo municipal é promover políticas públicas que levam à motivação do quadro de funcionários da Prefeitura e, por consequência, uma melhor prestação de serviços prestados aos cidadãos.
Fonte: Secom.
No primeiro dia serão pagos R$ 15,4 milhões aos funcionários de matrícula 0, 1 e 2. Na terça-feira (26), recebem os servidores com finais de matrícula 3, 4 e 5, totalizando R$ 20,5 milhões. E no último dia de pagamento, receberão os servidores com finais de matrícula 7,8 e 9, totalizando 15,3 milhões.
O secretário ressaltou que o objetivo do governo municipal é promover políticas públicas que levam à motivação do quadro de funcionários da Prefeitura e, por consequência, uma melhor prestação de serviços prestados aos cidadãos.
Fonte: Secom.
Rede estadual em estado de GREVE: Paralisação nos dias 16, 17 e 18 de abril
Os profissionais da rede estadual decidiram entrar em estado de greve em assembleia realizada ontem (dia 21) na ABI. A plenária também deliberou que as escolas farão uma paralisação de 72 horas nos dias 16, 17 e 18 de abril. No último dia da paralilsação, será realizada uma nova assembleia, a partir das 10h, no Clube Municipal (Rua Haddock Lobo 359, Tijuca), quando discutiremos os rumos da mobilização. O estado de greve se inicia nesta sexta (dia 22).
Na parte da tarde do dia 21 de março, a categoria se incorporou a uma marcha em defesa da educação, organizada pelo FEDEP e, depois realizou uma atividade nas escadarias da Alerj, com uma aula pública.
Fonte: Sepe RJ.
quinta-feira, 21 de março de 2013
Escolas poderão decidir se terão férias durante a Copa, diz MEC
As escolas poderão decidir se ajustam o calendário de férias para o período da Copa do Mundo de 2014, que acontece no Brasil entre 12 de junho e 13 de julho do próximo ano.
O ministro Aloizio Mercadante (Educação) homologou parecer do Conselho Nacional de Educação que questiona a aplicação do artigo da lei sancionada ano passado pela presidente Dilma Rousseff.
O grupo argumentou que o texto não revoga ou altera explicitamente trecho da LDB (Lei de Diretrizes e Bases da Educação) que diz que o calendário escolar deve ser fixado pelas escolas seguindo as "peculiaridades" de cada região.
Por ser uma lei específica sobre o ensino no país, a LDB se sobrepõe à lei da Copa, justificou Mozart Ramos, relator do assunto no conselho.
"Assim, os sistemas de ensino deverão estabelecer seus calendários escolares (...) ao tempo em que se recomendam eventuais ajustes nos calendários escolares em locais que sediarem os jogos da Copa do Mundo de Futebol de 2014", afirma trecho de decisão publicada nesta terça-feira (19) no Diário Oficial da União.
Fonte: Educação Uol.
Palestra em Macaé: Exercício profissional de assistentes sociais em empresas
Organizada pelo CRESS sede, em parceria com a Seccional de Campos dos Goytacazes, será promovida, no dia 4 de abril, às 14h, a palestra: Exercício profissional de assistentes sociais em empresas. Segundo o Conselho, o tema da ética é intrínseco ao exercício profissional e por isso está sempre em pauta nos seus debates e de sua atuação junto à categoria.
Local: Sindipetro/NF (Rua Tenente Rui Lopes Ribeiro, 257/Centro de Macaé).
Local: Sindipetro/NF (Rua Tenente Rui Lopes Ribeiro, 257/Centro de Macaé).
Fonte: CRESS/RJ.
I Congresso de Assistentes Sociais do Estado do Rio de Janeiro - Vagas limitadas
Congresso será nos dias 14 e 15 de maio
As inscrições estão abertas
As vagas para o I Congresso de Assistentes Sociais do estado do Rio de janeiro são limitadas. Já foram encerradas as inscrições para graduandos. Em apenas 10 dias de inscrição, 50% das vagas para graduados também já estão preenchidas.
O congresso que será realizado pelo CRESS-RJ é um evento preparatório para o CBAS (Congresso Brasileiro de Assistentes Sociais) e acontecerá nos dias 14 e 15 de maio, na UERJ.
Tema do Congresso: Impactos da crise do capital nas políticas sociais e no trabalho de assistentes sociais
Programação:
14 de maio
8h30 - Credenciamento
Abertura - Mesa: "A defesa do projeto ético-político do Serviço Social diante da crise do capital e das políticas sociais: competências, atribuições privativas e o papel das resoluções do Conjunto CFESS/CRESS"
Yolanda Guerra - doutora em Serviço Social, professora da Escola de Serviço Social da UFRJ (CRESS nº 12976/7ª Região)
Rosa Prédes - doutora em Serviço Social, professora da Escola de Serviço Social da UFAL, Conselheira do CFESS (CRESS nº 665/16ª Região)
Local: Teatro Odylo Costa filho (Teatrão)
14h - Apresentação de trabalhos
15 de maio
9h - Apresentação de trabalhos
14h - Mesa: "Condições de trabalho na contemporaneidade, exercício profissional e o significado ético-político do sigilo profissional"
Valéria Forti - doutora em Serviço Social, professora da Faculdade de Serviço Social da UERJ (CRESS nº 4506/7ª Região)
Eunice Fávero - doutora em Serviço Social, assistente social do TJ de São Paulo (CRESS nº 8295/9ª Região)
Local: Teatro Odylo Costa filho (Teatrão)
18h - Encerramento e confraternização
Fonte: CRESS/RJ.
Debates Serviço Social em urgências e emergências de saúde
Dia 21/3- Debates Serviço Social em urgências e emergências de saúde
Diante dos desafios colocados a assistentes sociais do Rio de Janeiro inseridos na política e saúde, a Comissão de Saúde do CRESS-RJ está organizando um ciclo de debates sobre o assunto.
"Serviço Social em urgências e emergências de saúde" é o tema do primeiro debate no dia 21/03, 16h, na sede do Conselho.
Debatedoras: as assistentes sociais Susidarley da Mota e Perciliana Rodrigues.
Será dada preferência para profissionais que atuam na área da saúde. Vagas limitadas de acordo com a disponibilidade do espaço físico. Inscrições pelo e-mail: exercicioprofissional.saude@cressrj.org.br
Confira os critérios para inscrição:
1-Ser profissional (em detrimento a estudantes)
2-Trabalhar em emergências hospitalares ou UPAS
3-Trabalhar na área de saúde em geral
3-Pesquisar na área de saúde (em detrimento dos profissionais em geral)
2-Trabalhar em emergências hospitalares ou UPAS
3-Trabalhar na área de saúde em geral
3-Pesquisar na área de saúde (em detrimento dos profissionais em geral)
Fonte: CRESS/RJ.
Comitiva de Dilma em Roma custa R$324 mil, relata Itamaraty
Presidente dispensou ficar em Embaixada do Brasil em Roma para ficar em hotel de luxo.
Divulgação/Westin Excelsior Westin Excelsior Roma, hotel em que a presidente Dilma se hospedou durante visita a Roma.
A viagem da presidente Dilma Rousseff ao Vaticano para a missa inaugural do papa Francisco custou aos cofres públicos 125.990,00 euros (cerca de R$ 324 mil), informou nesta quarta-feira ao jornal O Estado de S.Paulo a assessoria de imprensa do Itamaraty. A oposição quer explicações sobre as despesas da comitiva presidencial. Os gastos dizem respeito ao valor total do pacote de hospedagem e salas de apoio e reunião.
— As equipes técnica e de apoio tiveram a composição padrão das viagens presidenciais, formadas por profissionais de segurança, cerimonial, saúde, tradução, comunicação, diplomatas, entre outros. A comitiva e a equipe técnica foram hospedadas no hotel Westin Excelsior e a equipe de apoio hospedou-se no hotel Parco dei Principi.
Itamaraty não detalhou quantas pessoas acompanharam a presidente na viagem.
De acordo com o Itamaraty, a comitiva oficial foi formada pelos ministros Antonio Patriota (das Relações Exteriores), Aloizio Mercadante (Educação), Gilberto Carvalho (Secretaria-Geral da Presidência da República), Helena Chagas (Comunicação Social), e o embaixador do Brasil no Vaticano, Almir Franco de Sá Barbuda, que se incorporou ao grupo em Roma.
Segundo Patriota, a presidente ficou hospedada em um hotel na capital italiana porque a residência do embaixador do Brasil em Roma está desocupada no momento.
— O embaixador Ricardo Neiva Tavares foi designado pela presidente da República e aprovado pelo Congresso e o decreto de remoção dele da União Europeia aqui para Roma foi publicado no Diário Oficial na sexta-feira passada. Nessas condições, então, a residência do embaixador do Brasil aqui em Roma está desocupada no momento, ela está entre dois embaixadores — e é por isso que a presidenta ficou aqui no hotel.
Segundo o jornal Folha de S.Paulo, Dilma, quatro ministros, assessores e seguranças se hospedaram no hotel Westin Excelsior, um dos mais luxuosos da cidade. A diária da suíte presidencial custaria cerca de R$ 7.700; a do quarto mais barato, R$ 910.
De acordo com Patriota, o novo embaixador deverá chegar "dentro de algumas semanas mais".
— Qualquer chancelaria do mundo enfrenta a mesma situação: a rotação de embaixadores em intervalos regulares. Agora, o que era aqui inesperado foi essa situação do sumo pontífice, né? A renúncia e a troca, e essa situação coincidiu com uma troca de embaixadores aqui na residência oficial em Roma, uma coisa natural que pode acontecer com qualquer chancelaria.
O deputado federal Rubens Bueno (PPS-PR) vai cobrar do Palácio do Planalto mais informações sobre o custo total da viagem da presidente a Roma. O partido também quer o gasto total dos deslocamentos da presidente ao exterior desde o início do mandato.
— Isso é mordomia pura, é algo que choca. Presidente da República sair do Brasil, ir para uma missa, ficar três dias com uma comitiva desse tamanho, e pagar uma diária que custa R$ 7.700 é algo que choca. É um negócio inaceitável.
Fonte: Estadão.
segunda-feira, 18 de março de 2013
Sepe Mesquita, Belford Roxo e São João de Meriti conseguem oficialmente o retorno dos funcionários às suas escolas de origem
O Sepe está conseguindo grandes vitórias contra as remoções dos funcionários da rede estadual. Em Duque de Caxias e Nova Iguaçu muitos profissionais já voltaram a trabalhar em suas escolas de origem. Agora, foi a vez dos municípios de Mesquita, Belford Roxo e São João de Meriti (que fazem parte da Metropolitana VII) conseguirem oficialmente o retorno dos funcionários às suas escolas de origem. Já os profissionais que desejarem continuarão nas escolas para as quais foram removidos.
Fonte: Sepe RJ.
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